segunda-feira, maio 26, 2008
Novo GAM
sábado, maio 24, 2008
Alerta Preventivo

Possivelmente, muitos já se depararam com o perigo que este cruzamento por vezes proporciona, pois muitos são os automobilistas que se deslocam pela Rua da Indústria e nem sempre cumprem as regras do sinal de STOP, não sei se é por este se encontrar muito afastado ou, por excesso de confiança, acharem que este não causa muito perigo, bastando abrandar a velocidade e olhar para o lado da Rua de Valverde, seguindo para a estrada principal. Acontece que, quem viaja do lado dos correios está pela direita e não tem sinalização, portanto tem direito de passagem, sujeitando-se a alguns “sustos” que acontecem por vezes… Por outro lado, para os que não têm por hábito viajarem pela Praça de Alumieira, estes ao deslocarem-se pela Rua de Valverde são apanhados de surpresa ao seguirem em frente pela Rua dos Correios, esta sem saída para a estrada principal. Em tempos passados, existiu um sinal de estrada sem saída mas, com o passar do tempo, ganhou pernas e deslocou-se mais para baixo, ficando distante e sem grande visibilidade da estrada principal.
Este cruzamento já foi palco de alguns acidentes, felizmente com pouca gravidade, portanto ainda estamos a tempo de prevenir que algo de maior dimensão aconteça neste local. Desta forma, apelo às entidades responsáveis da freguesia de Loureiro que coloquem a sinalização de estrada sem saída no inicio da rua sem saída, e na Rua da Industria como sugestão, para completar a informação dada pelo STOP, colocar no piso rodoviário uma linha transversal à faixa de rodagem, para limitar a zona até onde o automobilista deverá parar a viatura, melhorando assim a circulação neste cruzamento. Texto e fotos enviado por Carlos Borges

quinta-feira, maio 22, 2008
Eleições Intercalares a 6 de Julho
quarta-feira, maio 21, 2008
Museu de Elvis em O. Azeméis
domingo, maio 18, 2008
sábado, maio 17, 2008
Acabou o mito
Um resultado que em nada compromete as aspirações da UDo, mas que nos impede de terminar a época sem qualquer derrota no campeonato, o que seria um feito histórico.
No entanto, se teriamos que perder algum jogo, que seja este e não o do play-off.
quarta-feira, maio 14, 2008
Reflexão...
Albert Einstein disse “Deus fez-nos perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos”.
É nestes momentos, em que nos sentimos impotentes às injustiças, que percebemos, com mais clareza, que sucesso é aquilo que fazemos pelos outros e não por nós mesmos. Que afinal não nos podemos queixar, que afinal nem tudo é tão negro como achávamos. E que no dia seguinte, levantar a cabeça e encarar a vida de frente é o único caminho digno, porque estar vivo é sem dúvida uma grande dádiva.
Foi isto que me veio à cabeça, quando ontem participava num debate aguerrido, numa rádio de Barcelos, sobre as concorridas eleições do Óquei Clube de Barcelos. Que na vida não vale tudo, que a crítica pessoal e barata, para além de não ser digna não é necessária, que acima das pessoas estão os clubes, as instituições e que por muito que nos falte argumentos, nunca devemos basear a nossa estratégia em violação clara dos princípios de respeito e honestidade.
Isto é o que acho que se tem passado nos últimos tempos, na política oliveirense, e sinceramente, começa a ser mau demais ouvir tanta insanidade, tanta incongruência e tanta falta de honestidade intelectual.
Um abraço, até um dia destes…
domingo, maio 11, 2008
Azeméis de luto
Condolências à família, amigos e desportistas.
sábado, maio 10, 2008
Transmissão das Assembleias Municipais

Os empregos que estes novos meios criam, são sem dúvida de extrema importância e vêm abrir outras ofertas e novos públicos. Refiro-me em particular à REGIPRESS (“informação de proximidade”) que abarca três títulos: o edv, um semanário impresso (gratuito) focado para o Entre-Douro/Vouga, o reginet (conteúdos de internet) e o regitv (conteúdos televisivos locais).
Espero que estes novos meios AO SERVIÇO DA POPULAÇÃO não sejam só para, através da publicidade, “extorquir” dinheiro ao comércio e empresas locais, mas que primam também pela imparcialidade, divulgação da região e formação dos seus utilizadores (leitores ou telespectadores).
Espero que não imitem a Azeméis FM (rádio do mesmo grande grupo) que em comentário político semanal pende sempre para o mesmo lado, ou seja, para o lado do PSD. Hermínio Loureiro fala de política, e, ao que lhe parece “pura”, mas de pura tem pouco pois é tendenciosa e ausente de contraditório de qualquer outro partido com representação na Assembleia Municipal.
Eu cheguei um dia a pensar que Hermínio Loureiro pertencia a uma “nova geração” de políticos, mais democrata, menos intriguista e mais respeitadora da sã oportunidade para todas as forças políticas. Parece que me enganei.
Mas voltando à comunicação social local e, à preocupação que a mesma quer passar para a opinião pública, deixo aqui um repto, nomeadamente para a Azeméis Fm e para a Regitv: que tal a transmissão das Assembleias Municipais (em directo ou em deferido). Por certo, muitas pessoas por esse concelho fora não se importariam de as ouvir, tal qual como são. É que entre ouvir o que se passou realmente e ler um resumo vindo nos jornais, que muitas vezes não espelha (para não referir que distorce) o que realmente foi discutido e dito, seria porventura, isso sim, um contributo interessante que os meios de comunicação social, sempre tão interessados em informar bem, faziam ao nosso povo.
Pensem nisso…
quarta-feira, maio 07, 2008
Escola Secundária de Oliveira de Azeméis representa Portugal em projecto transnacional
Quatro professores e dois alunos da Escola Secundária Soares Basto, Oliveira de Azeméis, partiram hoje para Sotkamo (Finlândia), onde vão participar na segunda fase do projecto transnacional "Eurofood".
A iniciativa - enquadrada no programa «Grundtvig», comparticipado por fundos comunitários - visa a divulgação das características gastronómicas das regiões e dos países envolvidos.
"Estamos com muita expectativa, uma vez que tem sido uma extraordinária experiência, enriquecedora para todos nós", afirmou à agência Lusa o chefe da delegação portuguesa, Isidro Figueiredo.
Isidro Figueiredo disse que "o objectivo do projecto é envolver alunos e professores no conhecimento das especialidades gastronómicas, partilhando ao mesmo tempo a cultura e civilização de cada um dos povos".
Durante os trabalhos - que decorrem em Sotkamo, no centro da Finlândia, entre hoje e segunda-feira - os participantes são convidados a confeccionar algumas das receitas seleccionadas previamente nos países de origem.
O resultado final será a edição de um livro e de um "e-book" para a Internet, onde cada um dos três países - Portugal, Espanha e Finlândia - dão a conhecer cinco das suas especialidades (entradas, pratos de peixe e de carne e sobremesa).
O "Eurofood" iniciou-se a 17 de Janeiro em Sevilha (Espanha).
Em Outubro é a vez de Oliveira de Azeméis acolher as delegações envolvidas no projecto, que encerra em Abril de 2009 em Sevilha.
segunda-feira, maio 05, 2008
Acidente no Cruzamento do Pinhal - Loureiro
Na passada Sexta-Feira, um condutor vindo do Serrado (tudo indica alcoolizado) não parou no cruzamento, originando um acidente, em que o levou ao hospital. O condutor que seguia de Macieira para Alumieira, isento de culpa, sofreu danos consideráveis na viatura. A GNR deslocou-se ao local e, ao tomar conta da ocorrência, deixou o desabafo: - “aquele STOP! …”
domingo, maio 04, 2008
Os piores pagadores do país...
Eis um ranking em que, tínhamos todos a noção, de que estávamos nos primeiros lugares.
Contudo, não esperava que ocupássemos a posição cimeira desta tabela que em nada honra o nosso concelho, ainda por cima, quando a diferença para a média nacional é avassaladora.
O prazo médio de pagamentos que se regista no país, ao nível das autarquias locais, é de 136 dias, quando entre nós, é de 671, quase cinco vezes mais que a média nacional.
Um cenário preocupante, tanto mais que são inúmeras as pequenas e médias empresas que se vêem na contingência de emprestar dinheiro ao munícípio e com isso terem uma situação de tesouraria aflitiva.
A justificação do vereador responsável pelas Finanças, alegando o elevado volume de obras em curso e a falta de empresas municipais para justificar tal ranking, é uma desculpa de mau pagador.
Ora, parte do pressuposto que nos outros municípios paga-se a tempo e horas porque não existe obra ou que a transferência de despesa para empresas municipais se faz sem a correspondente transferência de receitas e, dessa forma, os prazos manter-se-iam.
Fax simile Diário de Notícias de 2 de Maio
sábado, maio 03, 2008
OLIVEIRA DE AZEMÉIS PRECISA DE ALTERNÂNCIA
Com grande frequência, se vem ouvindo comentários a propósito do nosso município que, de tantas vezes repetidos, se tornaram lugares comuns.
É vulgar ouvir-se dizer que Oliveira de Azeméis é uma “terra de meia dúzia”, sempre os mesmos. Isto é o que acontece quando o poder e as forças políticas que o orientam se perpetuam, acabando por se “afunilar” as relações societárias e de interacção entre quem detém o poder e os seus destinatários porque, uns e outros, são quase sempre os mesmos.
Em muitas circunstâncias e desde há muito tempo, também se vem ouvindo que Oliveira de Azeméis perdeu massa critica, talvez porque o relacionamento institucional com o poder central e com as estruturas de poder intermédio é o mesmo, há mais de trinta anos, no mesmo tom, no mesmo estilo e da mesma forma. Se revisitarmos os últimos executivos municipais, os presidentes que se têm sucedido são sempre (com pouquíssimas excepções) naturais herdeiros das presidências anteriores apresentando-se a eleições com listas “supostamente” renovadas e com gente que não só, pouco renova, como não inova.
Depois disto, parece natural que a forma de interagir com a comunidade tenha sempre os mesmos protagonistas. Contra estes não tenho nada e a comunidade também não pode ter. Além do mais, porque é sempre aos mesmos que o poder recorre e, portanto, todos nós lhe devemos muito. Todavia, é necessário inovar e alargar o leque de “escolha” de “parceiros” disponíveis na comunidade que possam interagir com o poder.
É inultrapassável o facto de que a Câmara Municipal é um dos maiores empregadores do nosso concelho. Temos uma “máquina operativa” que os nossos concidadãos consideram muito pesada e pouco produtiva, não invalidando, como é óbvio, que é também dotada de muitos bons membros, alguns excelentes técnicos e muita gente de boa vontade. Mas também esta “máquina” é afectada pela “cristalização” de procedimentos e/ou expedientes que só a perpetuação no poder facilita e potencia. É urgente agilizar a nossa “máquina operativa” para bem dos oliveirenses em geral e dos funcionários que a compõem, em particular.
Oliveira de Azeméis precisa de um “abanão”, de uma forte “sacudidela”: isto é aquilo que com frequência se vai ouvindo na rua.
Até porque, Oliveira de Azeméis é um dos dezanove municípios do distrito de Aveiro e destes, dezassete, já passaram por processos de alternância – o que quer dizer que, desde o 25 de Abril até hoje, já foram governados, pelo menos, por duas forças políticas diferentes. Apenas Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis, nunca conheceram a alternância democrática. Apesar de tudo, Oliveira de Azeméis e Santa Maria da Feira são realidades muito distintas e noutra circunstância, poderemos reflectir sobre as múltiplas causas destas diferenças.
Não há nenhuma teoria de ciência política que não defenda que a alternância, além de ser o grande alimento da democracia é um dos maiores motores do desenvolvimento.
Oliveira de Azeméis tem o diagnóstico feito, há muito. Não há soluções milagrosas, mas uma coisa é certa, se perdermos a próxima oportunidade de alternância de poder, que só o acto eleitoral autárquico proporciona, resignar-nos-emos a ser apenas o que somos hoje, a ter apenas o que temos hoje e a assistir ao desenvolvimento dos outros para quem há décadas atrás até já fomos uma referência.
Tanto para a Câmara Municipal, assim como para as freguesias que ainda não tiveram a ousadia de conhecer a alternância, restar-lhes-á outras palavras classificativas da situação política. Eu volto a escolher a palavra CONFORMISMO.
quinta-feira, maio 01, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
Cruzeiro da Bemposta
O cruzeiro da Bemposta é o único monumento nacional que existe no nosso concelho, conforme publicação recente.
Factor, por si só relevante e que deve merecer cuidados especiais por parte da autarquia, nomeadamente de acessibilidades ao local, se queremos que a Zona Histórica da Bemposta seja valorizada e apreciada por forasteiros..
segunda-feira, abril 28, 2008
Demagogia dos números
No entanto, seria de registar esta diminuição de 1 milhão de euros na dívida total, se a mesma tivesse resultado de uma gestão rigorosa, mas tal não é o caso, uma vez que em Proveitos Extraordinários, o executivo arrecadou 3,6 milhões de euros que não foram utilizados para amortizar a dívida, mas antes para pagar os custos do "Monstro".A nossa União
Parabéns UNIÃO!
domingo, abril 27, 2008
Ainda o 25 de Abril
1. Alguns ‘comentários’ – assim mesmo, entre aspas - colocados neste Fórum e por ‘anónimos’ são paradigmáticos do défice de cidadania e de cultura democrática que, infelizmente, existe e, quiçá, com tendência a agravar se nada for feito.
2.Como é facilmente reconhecível, quem tem colocado certo tipo de ‘comentários’ está algures no concelho de Oliveira de Azeméis (e não nos antípodas).
3. Mesmo num espaço de opinião em sistema aberto como um blogue seria (será) salutar a emissão de opinião, a expressão crítica. O que não é entendível, em termos cívicos é o insulto ofensivo, oco, gratuito.
4. Apesar do que é publicado neste blogue estar acessível não tem qualquer dever de estar aberto a todo e qualquer género de ‘comentários’. Julgo que a moderação deste blogue pode e deve actuar de forma mais incisiva e com toda a legitimidade. Mas, até certo ponto, não o tendo feito até agora, permite ilustrar – conforme muitos ‘comentários’ que com regularidade e a (des)propósito de todo e qualquer nota aqui publicada - a ‘massa’ de que é feita alguma ‘militância’ e (in)capacidade de debate democrático de uns quantos que, obviamente, não se devem confundir com todos quantos ( e são muitos com certeza) querem o bem de Oliveira de Azeméis (e não só), apesar de ‘convidados’ a mudarem-se…
5. Mas o que ressalta é que certos ‘anónimos’ (e seus ’comentários’) serão o produto do restrito e limitado meio em que gravitam. Porventura, serão ‘soldados’ de ‘generais’ que precisam de tropas ignorantes, cegas na obediência, esperando em troca uma qualquer benesse pessoal. Ufanos de uma qualquer asneirola esparramada, voltam-se, então, para o patrono à espera da recompensa, do rebuçado, da guloseima.
6. Por mim, esta realidade gravitante não é de esquerda ou de direita, social democrata, socialista ou liberal. É, isso sim, o resultado de quem coloca os seus particulares interesses em primeiríssimo lugar, ainda que a coberto de uma qualquer estrutura dita organizada (como um partido político, por exemplo) e arregimenta em seu torno os seus peões despidos de pensamento crítico próprio.
7. As expressões práticas de uma certa forma de estar em sociedade é reveladora da preocupação que gera. Algumas destas ‘câmaras de eco’ de outras vozes são candidatas a serem dirigentes amanhã. Ainda bem que, apesar de tudo, vivemos em regime democrático. Imagine-se o que este género de indivíduos não faria se vivêssemos em regime totalitário (que não desdenhariam, já se vê) como o substituído em 25 de Abril de 1974 em Portugal e como em alguns outros que ainda existem em diferentes pontos do globo.
8. Valores universais da humanidade como ética, civismo, respeito pela diferença, não fazem parte do bornal de quem, aleivosamente, apenas insulta de forma torpe e gratuita.
9. Será que é culpa própria a prática reiterada de comportamento anti-cidadania? Parece-me que não. É, antes, a resultante do primado do ‘eu’ sobre o ‘nós’, do maquievelismo tendente a perpetuar o poder em que se olha e salva o próprio umbigo acima de todas as coisas.
10. Naturalmente que é preocupante existirem cada vez mais evidentes sinais de défice de formação cívica, do que é a democracia e a sua vivência. É preocupante perceber que existe quem não entenda que, caso Portugal não vivesse em democracia desde há 34 anos e não fizesse parte da União Europeia, não teríamos, apesar de tudo, as condições económico-sociais que temos. Apesar dos erros (que os houve), apesar dos (impunes) aproveitamentos.
11. Recentes tomadas de posição pública por personalidades de referência e de vários quadrantes da sociedade portuguesa como, por exemplo o sr. Presidente da República, são sinal evidente que é necessária uma reflexão e reformulação do sistema político e das suas estruturas organizativas e que passará, necessariamente, pelo afastar de ervas daninhas que para sobreviverem precisam de contaminar e absorver plantas sãs.
Passem bem e…good luck
Novos sentidos no trânsito
Tive oportunidade de percorrer os novos sentidos e, dados os condicionalismos existentes - até que tenhamos as ditas vias estruturantes em funcionamento - creio que estas alterações serão benéficas para a fluidez do trânsito. Aguardemos pela prática!
No entanto, em meu entender, a data e hora da mudança não foi a mais apropriada - Queima das Fitas e fim de semana prolongado fizeram com que muitos oliveirenses fossem "apanhados" de surpresa e em contra-mão. A título de exemplo, muitos dos espectadores do Caracas, entraram com o trânsito a fazer-se num sentido e saíram do Caracas com o trânsito a fazer-se já em sentido inverso.
Acresce a tudo isto, a fraca campanha de sensibilização e informação levada a cabo pela autarquia - nem os novos painéis publicitários informam da alteração do trânsito...
A GNR, a quem se pede uma atitude pedagógica nestes primeiros tempos, também pode e deve colaborar, não se limitando a circular pelas ruas, mas ter uma postura mais pro-activa.
As informação sobre as alterações, podem ser consultadas aqui.
sábado, abril 26, 2008
Revolução... na Ponte do Caniço
No dia em que se comemorava a Revolução dos Cravos, deparei-me com uma revolução na Ponte do Caniço, que está no estado que a foto documenta.
É assim que se encontra, meia ano depois de ter sido inaugurada, com pompa e circunstância, e na qual a autarquia, e bem, dispendeu mais de 100 mil euros.
É certo que existem imprevistos e que será impossível não abrir buracos na via pública, mas neste caso pergunta-se - Num investimento desta grandeza não teria sido possível prever a necessidade de efectuar este atravessamento na via pública? Não poderia já ter sido feito, antecipadamente, para evitar estes estragos que jamais serão reparados convenientemente.
sexta-feira, abril 25, 2008
25 de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andersen
segunda-feira, abril 21, 2008
Uma estratégia de Desenvolvimento
Este intróito, além de ser uma realidade incontornável, serve para enquadrar o que se segue; ou seja, que nenhuma estratégia de desenvolvimento económico e de futuro para o nosso concelho é possível sem uma estratégia de apoio ao desenvolvimento da indústria e do empreendorismo empresarial. Ao poder público cabe a promoção daquilo que são as condições de aliciamento dos empreendedores a fixarem-se aqui e não noutro sítio qualquer; a promoção e qualificação daquilo que são as mais valias do nosso tecido empresarial no sentido de lhe acrescentar valor; a promoção da visibilidade e reconhecimento daqueles que são os principais produtores e produtos do nosso concelho – e isto será sempre promover e desenvolver Azeméis.
Durante os últimos anos, o poder público no nosso concelho, tem vindo a deixar os nossos empresários entregues a si próprios; entregues á sua enorme capacidade de sacrifício, ao seu amor por este pedacinho de terra e de gente, á sua enorme capacidade de contornar os mais absurdos obstáculos, eu diria mesmo, ao seu heroísmo! Isto é algo que não pode continuar. O poder público no nosso concelho tem que ser o primeiro a incentivar a criação de riqueza e por isso mesmo tem que tomar medidas sérias e enérgicas com vista, por um lado, à promoção do tecido industrial já existente e por outro lado, à atracção de novos investidores industriais para o nosso concelho. Para isto, imprescindível se torna criar verdadeiras zonas industriais, tirando-as do papel e tornando-as uma realidade. Importante se torna, qualificar as que, ao longo dos anos, foram surgindo e que hoje são, simplesmente, espaços de ocupação industrial - sem nunca terem sido verdadeiramente zonas industriais.
As zonas industriais só existem se tiverem infra-estruturas próprias para esse fim, como sejam rede de água e saneamento, sendo que este tem que prever o tratamento de resíduos líquidos específicos de algum tipo de indústrias, recolha e tratamento de resíduos sólidos (que em muitos casos implica resíduos tóxicos altamente poluentes), infra-estruturas de abastecimento de energia que sirvam as necessidades de um consumo tão particular, rede viária e condições de escoamento de tráfego, (maioritariamente de pesados), condições de acessibilidade que privilegiem rápidas e fáceis entradas e saídas de mercadorias num mercado cada vez mais global e, sobretudo, custos dos terrenos que não afugentem os potenciais investidores.
É certo que, para criar verdadeiras zonas industriais, são necessários meios financeiros de algum relevo; tal como é certo que, os meios do município são estrutural e sobretudo, conjunturalmente, escassos; todavia, relembro a este propósito algo de muito importante e que aqui já referi a outros propósitos - o custo da oportunidade política. Isto para dizer que já lá vai o tempo em que, noutros quadros comunitários de apoio que não o actual, existiam fundos próprios para este tipo de estruturas e que o poder autárquico no nosso concelho não soube aproveitar. Estamos hoje confrontados com a adiada necessidade de ter que fazer, com dinheiros próprios, aquilo que não fomos capazes de fazer, com dinheiros europeus!
Durante anos, faltou a este concelho visão política, tal como faltou uma estratégia de desenvolvimento sustentado. Não podemos continuar a resignar-nos e a assistir, impávidos e serenos, ao desenvolvimento que, por nós vai passando, mas ao lado. Temos que enfrentar este problema e envolver, hoje, na solução que há muito tarda, vários parceiros – os empresários, as associações empresariais, os proprietários, os promotores imobiliários e a Câmara Municipal, mas sempre dinamizados por esta que terá que ser o grande “farol” de orientação, tanto mais que a estratégia de desenvolvimento deste concelho tem que ser desenhada por quem preside aos seus destinos.
É tempo, mais que tempo, de retribuir ao nosso tecido empresarial tudo aquilo que ele nos tem permitido alcançar.
sábado, abril 19, 2008
Autarca absolvido diz que "ainda bem" que foi a Tribunal
"Era o que esperava desde o início porque acreditei sempre na Justiça. A verdade veio ao de cima e, como se verificou, eu tinha razão", comentou Ápio Assunção após ser conhecida a sentença.
O autarca, eleito pelo PSD, concluiu que o processo de que foi alvo não afectou a sua imagem pública, estando "disponível para o que os oliveirenses precisarem" em próximas eleições autárquicas, e observou que o facto do processo ser julgado foi até positivo.
"Fomos bombardeados pela Polícia Judiciária para chegar a Tribunal e ainda bem", comentou.
A juíza concluiu que "nenhum elemento probatório, objectivo ou subjectivo" associou o actual presidente da Câmara à utilização pela empresa de um motorista municipal e que, embora resultasse provado que Ápio Assunção se deslocava diariamente aos estaleiros municipais, tal não constitui "elemento objectivo do seu conhecimento" da situação, até porque os encarregados municipais negaram em Tribunal ter-lhe comunicado.
Já quanto ao outro arguido, José Leite, concluiu a juíza não ter praticado o ilícito de que vinha pronunciado, porque não lhe incumbia a nomeação do motorista para os serviços da cisterna.
Lusa / Fim
Lar de Idosos em Cesar
Foi ontem inaugurado, na freguesia de Cesar, mais uma valência social, desta feita, o Lar de Idosos que se encontra integrado com o Centro de Dia e o Centro Infantil.
Durante a inauguração, apreciei o discurso extremamente humanizado da Presidente da Instituição, Margarida Henriques, que aproveitou a presença de todos para agradecer, de forma sentida o apoio que sentiu na conclusão da obra, desde o responsável da Segurança Social de Aveiro, aos funcionários e empreiteiro da obra, às tecnicas e funcionárias da instituição e aos seus pares de Direcção. De registar também que nesta obra, o apoio da comunidade envolvente foi enorme, bem patente na quantidade de patrocinadores empresariais e particulares que se associaram ao evento.
quinta-feira, abril 17, 2008
Disse 'SOS Cidade' ?
Mercado à Moda Antiga preocupado com ASAE
terça-feira, abril 15, 2008
FAMOA - Grifo sai ou fica?
sexta-feira, abril 11, 2008
Oliveira de Azeméis: Presidente da Câmara nega acusação e abuso de poder
Em causa está a alegada utilização de um motorista municipal por uma empresa que fornecia os serviços de uma cisterna à câmara, incluindo condutor, e que terão sido pagos nesse pressuposto.
O motorista inicial, da empresa, morreu num acidente de trabalho, e, segundo a acusação, foi substituído por um motorista municipal, continuando a empresa a fornecer e a receber o serviço, sem que lhe tenham sido aplicadas as penalizações contratuais, ou deduzida a prestação da mão-de-obra municipal.
O presidente social-democrata da câmara explicou que o concurso foi aberto porque as cisternas municipais não estavam, há altura dos factos (2001), devidamente certificadas e era necessário ir carregar asfalto à Petrogal, em Leça da Palmeira, matosinhos, para as muitas obras camarárias que decorriam.
No entanto, sustentou, a partir da homologação cabe ao serviço de compras e aprovisionamento o controlo dos fornecimentos, a que foi alheio.
Ápio Assunção recusou a versão de que, relações de amizade pessoal com os responsáveis da empresa contratada, tivessem levado à "solução" de substituir o motorista desta, entretanto falecido, por um da autarquia, igualmente habilitado com a licença de condução exigível ao transporte desse tipo de produtos.
"Conheço o representante da empresa como conheço todos os empreiteiros que comigo assinam contratos, mas não tenho com ele relações privadas e não dei qualquer indicação que autorizasse esse acordo", frisou Ápio Assunção.
O autarca esclareceu ainda que não teve conhecimento das ausências do motorista municipal ao trabalho, para prestar serviços à empresa, porque quer ele, na altura vice-presidente, quer o presidente, não controlam a assiduidade dos funcionários, o que compete ao Departamento de Recursos Humanos.
Explicou que só há intervenção do vereador ou do presidente para autorizar que um trabalhador que se atrasa, "pegue" ao trabalho, mas nenhum tem o controlo directo sobre as faltas.
Na época, a assiduidade era controlada por fichas de presença assinadas pelos próprios e não houve registo de faltas do motorista, conforme o autarca pôde constatar, quando pediu o respectivo processo individual, ao ser confrontado pela Polícia Judiciária com a situação.
Perante as respostas do autarca, a juíza estranhou que o mesmo não tivesse aberto qualquer inquérito ou processo disciplinar ao funcionário municipal em causa, por se ausentar para prestar trabalho à empresa, o que levou Ápio Assunção a justificar-se dizendo que "não havia qualquer participação" nos serviços.
O outro arguido, José Leite, também se decidiu hoje a prestar declarações ao tribunal, dizendo que, nas suas funções, coordenava os trabalhos de asfaltagem, mas não os motoristas, porque quem o fazia era o encarregado do parque auto, a quem os solicitava.
Confirmou que, após a morte do motorista da empresa, foi um dos condutores da câmara que passou a conduzir a cisterna, sempre que era preciso entregar o asfalto, mas disse não saber "em que condições é que o fazia".
quarta-feira, abril 09, 2008
Rui Praça em entrevista
terça-feira, abril 08, 2008
Largo Público
Foto cedida por um frequentador deste espaço para ilustrar esta secção aberta a comentários e sugestões.Sociedade Anónima. Será que teremos?
domingo, abril 06, 2008
No pasa nada.....
A equipa de futebol da Oliveirense soma e segue (vitória 2-0 contra Pontassolense).
A equipa de hóquei em patins venceu o Portosantense por 4-2 e está nas meias-finais do Campeonato da I Divisão.
(em resumo: Oliveira de Azeméis, 2 - RA Madeira, 0)
....
No pasa nada!
....
Porém, a Terra continua a mover-se em torno do Sol (afirmou Galileu Galilei e por isso foi morto...)
quinta-feira, abril 03, 2008
Factura da água vai passar a ser mensal
sábado, março 29, 2008
Notas de fim-de-semana

Ainda não soaram os acordes finais e já se poderá classificar como sendo um êxito o Concurso Nacional de Instrumentos de Sopro, cujo palco é Oliveira de Azeméis.
Acabo de trocar algumas impressões com o amigo António Grifo que, justificadamente, dava mostras da sua satisfação. Em simultâneo deu-me nota da apreensão da (im) possibilidade de melhoria deste evento em próximas edições devido, sobretudo a questões infraestruturais ou logísticas.
Atrair cerca de 350 executantes (de mais de 60 concelhos) até terras de La-Salette, para um concurso nacional (sublinho ‘nacional’) é obra que não pode passar à margem.
Outra nota de satisfação é o elevado número de jovens que participantes neste contest. Logo numa altura em que estará em causa (ou estava) a continuidade e o alargamento do ensino artístico em Portugal
Inauguração do novo espaço da urgência do Hospital
Hoje ocorreu como que uma espécie de cerimónia de inauguração.
Enfim. Há sempre interessados em publicitar (ou mostrar-se) seja por dá cá aquela palha. Vi uma reportagem televisionada em que foi zero o texto sobre Oliveira de Azeméis. Deu para ver um vasto enquadramento de solenes políticos locais, sem bandeiras partidárias, representando, digo eu, o povo.
Outros figurantes de ocasião, desculpem-me a franqueza, até me fizeram lembrar uma outra figura pública a que cognominaram de ‘emplastro’ tal a forma como se colavam junto da srª Ministra da Saúde ou do sr. Bastonário da Ordem dos Médicos.
Alguns Presidentes de Junta também honraram a inauguração com a sua presença. Pelos vistos, deram primazia à inauguração em detrimento da sua participação no Congresso das Freguesias (em curso no Funchal, ontem e hoje). Registe-se
Dia Mundial do Teatro
No passado dia 27 de Março comemorou-se o Dia Mundial do Teatro.
Estive presente numa das várias iniciativas (que se prolongam por cerca de um mês) no concelho oliveirense:uma palestra do Dr.Abel Couto, sobre a arte de Talma,no Auditório da ES Soares Basto.
O valor do património urbano
Preservar património confunde-se algumas vezes com a classificação de alguns imóveis junto do IPPAR e afins; ou então com a inscrição de um determinado número de imóveis numa qualquer carta de património de um qualquer plano. Mas, preservar património é, tem que ser, muito mais do que isso; tem que ser elencar com critério e com coerência territorial, criando mecanismos de protecção e, a seguir, preservar de modo concreto e efectivo.
Quanto à elencagem dos imóveis, ter-se-á que ter em conta, para além da valia arquitectónica e do enquadramento na paisagem dos mesmos, o valor para a manutenção da nossa identidade colectiva e, bem assim, o seu valor como um "manual" vivo que encerra em si próprio uma parte da nossa história comum e de algumas outras histórias de que reza a história. Mas também é preciso que esta elencagem revele alguma coerência territorial; por isso mesmo, nos locais onde o nosso património se inscreve na paisagem com alguma continuidade territorial, essa continuidade deve ser mantida; isto porque, preservar não é manter "antiguidades" em "ghetos" emoldurados de betão.
Quanto aos mecanismos de protecção, é bom que os instrumentos legais os protejam da avidez de alguns investidores que, legitimamente, visam o seu interesse particular e da tentação de alguns decisores para o apelidarem de interesse público.
Todavia se ficarmos por aqui, faremos pouco pelo nosso património, pela preservação da nossa identidade colectiva e pela memória da nossa herança futura.
Senão em todos, em alguns dos casos dos imóveis com interesse patrimonial para preservar, os seus proprietários não terão capacidade financeira para custear as necessárias obras de conservação que há muito reclamam e essa incapacidade fá-los-á "cair de maduros". Já existiram programas governamentais com fundos específicos para este efeito. Já existiram programas com fundos comunitários para este fim. Mas passou a oportunidade política para os aproveitar, porque só agora, 13 anos depois da aprovação do PDM, é que o Executivo encomendou a uma equipa técnica o estudo e elaboração de uma proposta de Plano de Urbanização. É certo que, mais vale tarde que nunca, mas há atrasos que provocam danos que dificilmente se remediarão. Este é um dos custos a que, em política, é impossível obstar – o custo de oportunidade!
IC2 entre O. Azeméis e Coimbra
O primeiro-ministro, José Sócrates, lançou hoje, o Concurso Público para a Concessão das Auto-Estradas do Centro, que contempla a construção do IC2 entre Coimbra e Oliveira de Azeméis, que integra a ligação Aveiro-Águeda, do IC12 entre Mealhada e Mangualde e do IP3 entre Coimbra e Viseu, nos distritos de Aveiro, Coimbra e Viseu.
Conforme anúncio do Governo, «vai ser construído um novo IC2 entre Coimbra e Oliveira de Azeméis, com um troço comum ao IP3 entre Trouxemil e Mealhada, para promover uma ligação de qualidade que se constitua como uma alternativa real à A1, estimando-se uma diminuição de 40% no tempo médio de percurso entre Coimbra e Oliveira de Azeméis, bem como uma redução de mais de 20% na sinistralidade».
A adjudicação desta obra está ocorrerá ainda em 2008, prevendo-se a sua conclusão em 2011.
sexta-feira, março 28, 2008
Largo Público
quarta-feira, março 26, 2008
Há muitos imóveis para vender
terça-feira, março 25, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
Sótãos oliveirenses
Sótãos.
Há sótãos que são o quarto das (des)arrumações.
Mas também há sótãos que são o cantinho do bric-à-brac
Nem todos os sótãos têm janelas.
Na minha terra há prédios com sótãos .
E muitos sótãos têm janelas.
Sótãos ancestrais com janelas ancestrais.
Contemplo esta janela de sótão.
Tão degradada.
Acusa o peso da centenária idade.
Veja-se o rendilhado beiral: será que aguentará a próxima invernia ?
Quem por detrás daquela vidraça olhou o vai-e-vem da rua, lá em baixo ?
Quem, abrindo a janela, perscrutava o horizonte ?
Quem por detrás daquelas cortinas outras cortinas bordou?
E aqueloutra de cara tão lavada, tão viva, que teima em desaparecer ?
…
Janelas de sótãos oliveirenses.
Insignificâncias ? Talvez.
Mas, sobretudo, detalhes e testemunho de uma época.
Fraude fiscal recupera um milhão de euros em impostos
ARRAIAL DA PÁSCOA
domingo, março 23, 2008
Santa Páscoa

“Cristo ressuscitado é a vitória de Deus sobre a morte.” L. Giussani
Limpezas da Páscoa
“Ninguém” se atrevia, mesmo que não as fizesse, a afirmar que não as tinham feito. Era vergonhoso admitir tal “desleixo”.
Agora, parece que vergonha é admitir que ainda se fazem as “limpezas da Páscoa”. Pode indiciar que durante o ano, elas não são tão aprofundadas. Enfim, sinais dos tempos…
sábado, março 22, 2008
Quando é que deixará de ser um problema em OAZ?
Em Portugal, 25% da população não tem acesso à rede de drenagem de águas residuais e 34% não tem acesso a tratamento de águas residuais, revela a Quercus. Para que toda a população portuguesa tenha acesso a saneamento, a associação ambientalista lembra que é necessário investir mais em redes de abastecimento e de drenagem de águas residuais.”
quinta-feira, março 20, 2008
Parquímetros vão aumentar...

terça-feira, março 18, 2008
Escola Livre de Azeméis sobe de Divisão
domingo, março 16, 2008
Plano de urbanização reduz para metade construção de fogos
“O que se pretende é a criação de regras para uma maior harmonização da cidade”, afirmou o vereador responsável pelo sector do urbanismo da Câmara local, Ricardo Tavares.
“O plano admite a construção de nove mil fogos até ao ano de 2020, significando uma redução superior a 50 por cento face ao índice de construção do actual Plano Director Municipal (PDM)”, disse.
O plano de urbanização será analisado na próxima segunda-feira pelo órgão deliberativo, reunião à qual é chamada ainda a pronunciar-se a população.
“Trata-se de um documento estratégico importante pelo que todos devem ser chamados a pronunciar-se sobre a intervenção que se espera no futuro da cidade”, disse o presidente da Assembleia Municipal, Hermínio Loureiro.
“Espero a participação dos oliveirenses até porque penso ser tempo de se começar a pensar no alargamento do perímetro urbano porque há já freguesias ligadas à cidade”, frisou.
O plano - abrangendo as freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, S. Roque, Ul e Macinhata da Seixa - enquadra e propõe “uma diversidade de intervenções estratégicas e prioritárias”.
O documento técnico antevê a melhoria dos acessos na entrada da cidade e com o exterior, a qualificação e animação do centro e a melhoria das infra-estruturas públicas, como as redes de água e saneamento ou a construção de novos equipamentos, direccionados para a infância e a terceira idade.
A construção de uma via intermunicipal ao longo do rio Ul - ligando a cidade a Cucujães e a S. João da Madeira - é uma das rubricas apontadas no plano, que contempla ainda “o reforço das funções do parque La Salette e a sua articulação com o centro da cidade”.
União, União, União!!!
A União Desportiva Oliveirense está de parabéns pelo inigualável campeonato que realizou até ao momento, sem ter averbado qualquer derrota, terminando a primeira fase com mais de vinte ponto de avanço.
Para assinalar também este facto, pela primeira vez na história do clube, a Oliveirense tem uma caderneta de cromos onde estão reunidos todos os atletas das três modalidades unionistas. Sejam jogadores seniores, das camadas jovens ou dos veteranos do futebol, masculinos ou femininos, dirigentes ou treinadores, os milhares de desportistas congregados na Oliveirense estão todos na caderneta lançada pela direcção.
Os cromos e as cadernetas podem ser adquiridos no Centro de Formação ou nos quiosques da cidade, havendo prémios para os primeiros que preencherem, na totalidade, a caderneta.
sexta-feira, março 14, 2008
Prof. Jorge Carvalho de saída??
Até finais do ano passado, o processo de revisão do Plano Director Municipal era coordenado pelo Prof. Doutor Jorge Carvalho, da Universidade de Aveiro.terça-feira, março 11, 2008
Para um Município do Século XXI
Todas as pretensões de construção no nosso concelho se traduzem num investimento que, obviamente pode ser melhor ou pior. Mas não é disso que vamos cuidar agora. Quem pretende construir um empreendimento urbanístico no nosso concelho, vai permitir, entre o mais, arrecadar receita quer através da cobrança pela Câmara Municipal das taxas respectivas, quer através de um imposto directo do qual a Câmara beneficia, como seja o IMI (imposto municipal sobre imóveis). Quem quer construir uma empresa industrial ou comercial, investe no nosso concelho e vai criar riqueza; o município, por sua vez, cobra taxas, arrecada IMI e derrama – sem esquecer que se criam postos de trabalho.
Muitas vezes, todas estas tentativas de investimento esperam meses e anos pelo seu licenciamento. Tempo mais que suficiente para que o particular siga um de dois caminhos:
- desiste ou, constrói sem licença.
Se desistir, nós município perdemos tudo; se construir sem licença, perde-se muita coisa; sobretudo, perde-se a capacidade de controle sobre aquilo que à Câmara Municipal compete controlar – o uso e administração do seu território; perde-se a face legal e a moral política. Potencia-se o sentimento geral de impunidade e propaga-se a praga que pode afundar qualquer regime democrático – a de que, o “crime” compensa. E tanto mais se propaga este sentimento, quanto começa a ser voz corrente que, apesar dos autos de notícia elaborados pelos serviços de fiscalização da Câmara, as coimas respectivas, além de parcas, não se sabe muito bem se e quando são cobradas; quanto a processos de embargo de obra, com a consequente demolição, não há memória neste concelho.
Mas, quando uma destas duas coisas acontece, além do Município em geral, há sempre um outro particular que fica a perder; trata-se do particular cumpridor, aquele que é incapaz de lançar mãos à obra sem a licença na mão e que, não obstante cansado de esperar e cansado dos sucessivos ofícios que lhe pedem às “pinguinhas” o que podia pedir de “atacado”, ainda assim continua à espera.
Temos de acabar com a penalização dos cidadãos cumpridores. Temos que agilizar procedimentos que diminuam as perdas para o município e para os munícipes.
É preciso mudar o paradigma. Os entes públicos não existem para complicar a vida dos cidadãos. Os entes públicos existem para, regulando as relações entre os cidadãos, prestar-lhes um bom serviço e com isso facilitar-lhes a vida. Isto não se consegue com a certificação administrativa de qualidade dos serviços, consegue-se com medidas concretas de simplificação e desburocratização dos serviços; estas sim, melhoram a vida das pessoas e, por isso, as pessoas percebem-nas; pois bem, deixo aqui seis dessas medidas que, estou certa, muito contribuirão para esse fim:
1) Temos que acabar com a inutilidade e completa aberração de os particulares terem que instruir processos na Câmara, fornecendo à Câmara documentos que esta lhes fornece, mediante requerimento.
2) Temos que promover a celeridade de resposta das entidades externas que têm que emitir parecer obrigatório para processos de licenciamento da Câmara Municipal, nem que seja fazendo impor a regra do silêncio com valor negocial de deferimento, vulgarmente conhecido como deferimento tácito.
3) Temos que criar um Manual de procedimentos gerais que, no caso do departamento de obras particulares, habilite “ab initio” qualquer requerente a saber tudo aquilo porque, consoante a obra que pretende licenciar, terá que passar.
4) Temos que criar um mapa de informação zonada que, 24 horas por dia, esteja ao alcance de qualquer munícipe, informando-o de toda a possibilidade legal construtiva de todo o território do concelho; criação que, aliás passa a ser imposta para o PDM, a partir da entrada em vigor da Lei 56/2007 de 31 de Agosto que impõe a transcrição digital georreferenciada dos PDM’s.
5) Temos que normalizar comportamentos padrão que reduzam ao mínimo aquilo que, ainda que possa não ser, às vezes tende a parecer um tratamento discriminatório dos munícipes nos processos de licenciamento.
6) Temos que tornar obrigatória a digitalização dos processos de licenciamento de obras, por forma a que eles possam estar sempre acessíveis à consulta pública; medida que, além do mais acarreta enormes benefícios em termos de segurança.
Se queremos um município do século XXI, temos que o construir de acordo com as regras do seu tempo.
sábado, março 08, 2008
Empresa na Hora já em Oliveira de Azeméis
A Conservatória do Registo Predial e Comercial de Oliveira de Azeméis já está a prestar o serviço ‘Empresa na Hora’. Fica mais fácil, aos oliveirenses, constituir uma sociedade.
Está disponível desde a semana passada, na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Oliveira de Azeméis, o serviço empresa na hora – a célebre iniciativa de modernização administrativa que até agora só estava disponível noutros balcões –, a qual constitui o primeiro passo para a simplificação do relacionamento das empresas com a Administração Pública.
Através da iniciativa ‘Empresa na Hora’ poderá constituir uma sociedade unipessoal, por quotas ou anónima no momento e num só balcão. O processo de constituição de sociedades através desta iniciativa é extremamente simples.
Na "empresa na hora" a firma poderá ser escolhida de uma lista de expressões de fantasia pré-aprovadas (Bolsa de Firmas) que se encontram para consulta em www.empresanahora.mj.pt (onde também poderá encontrar mais informções sobre esta iniciativa) e a afectação é efectuada no momento da constituição da sociedade.
Fonte: Voz de Azeméis
Olmar desconhece Oliveira de Azeméis
Não compreendo como autorizam a colocação de um sinal no lugar da Margonça em Cucujães, a indicar um centro comercial de material de escritório (Olmar) sito na cidade/concelho vizinho enquanto nos prospetos publicitários que recebemos aqui no nosso concelho (logo precisam de nós) esquecem-nos.
Será que a CMOA cobra pela publicidade?
Teor da mensagem recebida por email.
quinta-feira, março 06, 2008
Giratório de regresso...
É hoje inaugurado um novo espaço de restauração e lazer na nossa cidade. Nada de anormal, não se tratasse do espaço conhecido como Giratório do Dighton e que em tempos era conhecido por esse país fora.quarta-feira, março 05, 2008
Bandeiras
terça-feira, março 04, 2008
Criada equipa «SOS Cidade» para resolver os problemas do dia-a-dia
segunda-feira, março 03, 2008
Nova lei dispensa licença nas obras em casa
Segundo a agência Lusa, o novo Regime Jurídico da Urbanização e Edificação reduz o controlo administrativo dos licenciamentos, mas reforça a responsabilidade dos promotores e técnicos responsáveis pelos projectos e o peso das multas, que podem ir até aos 450 mil euros.
«Há uma total mudança de paradigma. Passa-se de um clima de desconfiança e de um sistema burocrático responsável pela má construção e por atrasos enormes em projectos importantes para um sistema de controlo diferente», disse à agência Lusa o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita.
O governante destacou ainda a utilização das novas tecnologias e a criação de um gestor de procedimento, responsável por todas as fases da obra e por assegurar o cumprimento dos prazos.
«Agora há a possibilidade de apresentação de projectos por via electrónica e há um gestor de procedimento, que é a pessoa responsável a quem deve recorrer o promotor do projecto. Antigamente sabíamos que o projecto estava na câmara, mas não se sabia bem em que fase», esclareceu.
A nova legislação dispensa de licença, por exemplo, as obras em casa desde que não alterem a estrutura do edifício, a cércea ou os telhados.
Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Mas a isenção de controlo estatal nalguns casos é compensada com um alargamento dos poderes de embargo ou demolição das autarquias e um aumento da responsabilidade dos autores dos projectos e dos valores da coimas, que podem chegar até aos 450.000 euros no caso das empresas.
«Estes princípios - simplificar, descentralizar e usar as novas tecnologias - vão ser referência para a reforma do licenciamento industrial, que entrará em discussão pública em Março, e para a reforma do licenciamento agro-pecuário», afirmou o secretário de Estado.
Também há mudanças nas vistorias das autarquias às obras. Até agora, as licenças de utilização das casas implicavam uma vistoria da Câmara, que passa apenas a ser necessária nos casos em que o técnico da obra não assume um termo de responsabilidade.
Nessas situações, as autarquias passam a ter também um prazo máximo de 20 dias para a fiscalização. Se o município não enviar os técnicos a tempo o projecto fica automaticamente aprovado.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
Todas as obras de alteração das fachadas dos prédios e operações de loteamento são igualmente obrigadas a licença camarária, assim como as obras de urbanização em terrenos que não são abrangidas por loteamentos.
Nos casos em que a obra obriga a consulta da Administração Central - por estar em zona de Reserva Ecológica, perto de um leito de rio ou de um monumento classificado - esse pedido de parecer ocorre ao mesmo tempo em todos os organismos.
Para que tudo funcione via electrónica o Governo está preparar uma plataforma informática para facilitar a relação entre municípios, CCDR`s e os restantes serviços da administração central.
sábado, março 01, 2008
Isenções só para alguns...
(clique na imagem para ampliar)A CMOA isentou algumas instituições, associações e juntas de freguesia do pagamento da taxa devida pelo aluguer dos autocarros municipais.
Nada de grave, se o critério fosse igual para todas as instituições e fosse do conhecimento público de todos aqueles que estão ligados ao movimento associativo que, sabendo que não obstante o corte dos subsídios da Câmara, a regra é o pagamento dos autocarros municipais, preferem recorrer ao privado que, em alguns casos, é mais barato que o serviço municipal.
Instada a tratar as instituições de forma igual e estender a isenção total do pagamento dos autocarros municipais durante o ano de 2008, por forma a repôr a justiça na decisão, a maioria reprovou a proposta apresentada na última Assembleia Municipal.
