

Partilho outros ângulos de vista sobre o imponente Monte dos Crastos (La-Salette). Desta vez, a partir da zona da Escudeira.


Percorrendo as diferentes listas de candidatos às autárquicas oliveirenses e, dentro do que eu conheço, constato, julgo não estar enganado, uma grande e saudável preponderância de jovens. Positivo sem margens para dúvida tendo sobretudo em conta que se não forem os jovens a tomarem o futuro em suas mãos dificilmente serão outros a fazê-lo pelo menos na medida dos seus justos anseios e aspirações.
Porém, reflicto e interrogo-me: valerá a pena a empreitada, o serem escutados, fazerem obra, contribuírem com novas ideias se, ou quando, ‘por detrás da cortina’ subsistirem as menos (ou nada) escrupulosas individualidades do poder executivo ou mesmo da sua envolvente que através de inconfessáveis desígnios tratam do seu ‘eu’ ?
Claro que vale a pena...Mas não bastará ter alma. Será necessária coragem, perseverança.
Tomemos como exemplo uma das situações que podem ocorrer aqui e ali, em qualquer lugar, e que não são tão absurdas nem tão irreais como possam parecer.
Uma senhora quer prendar ou ajudar uma sua neta cedendo-lhe um terreno ‘pra uma casita’.
Técnicos camarários respondem : “não, para ‘uma casita’ não dá pois é terreno agrícola!”. Tempos depois, a avozinha é procurada por alguém. Alguém interessado na compra do terreno. Matutou a boa senhora: “se o terreno não dá pra casita talvez com o dinheiro da venda possa ajudar a minha netinha a comprar outro terreno’. Se bem o pensou melhor o fez: vendeu ao preço de ‘agrícola’. Tempos depois, incrédula, a anciã vê, no que terreno que já fora seu, a chegada e o aprontar das escavadoras, das gruas, dos andaimes. Hoje, naquele terreno que era para fins agrícolas, assim lhe disseram, está um conjunto de moradias, prontas e vendidas. Em nenhuma mora a sua neta. O dinheiro da venda do terreno ‘agrícola’ não chegara sequer para uns escassos metros quadrados de lote para construção.
O combate ao que se não vê mas sente é uma necessidade.
Eu acredito na juventude para esse difícil combate, por muito utópico que pareça. Com a sua natural irreverência, com forte sentido critico, estudando de forma reflectida quanto aos ‘modelos’ a seguir, referências, valores éticos. Sim, é possível.
O Norte registou, em 2008, a taxa de mortalidade infantil mais baixa de Portugal continental. Por cada mil crianças até um ano de idade, morreram 2,5. Foi também a região que conseguiu a melhor evolução nos últimos anos. […]
Por enquanto, os indicadores "são muito satisfatórios" e devem ser analisados como um resultado da política materno-infantil implementada. Entre as medidas tomadas está o polémico encerramento de sete blocos de parto (Santo Tirso, Amarante, Barcelos, Mirandela, Oliveira de Azeméis e Lamego, durante o ano de 2006, e Chaves, no final de 2007).
In Jornal de Notícias, 07.09.2009
Por vezes, as medidas que a população contesta de forma emotiva, acabam por ser contrariadas racionalmente pelos resultados obtidos e, neste caso, a redução das taxas de mortalidade infantil são um excelente sinal disso mesmo.
Num espectáculo de solidariedade organizado pelo Movimento Reviver, além de diversos artistas, os Rangers estão a proporcionar um grande espectáculo musical que enche por repleto o auditório da Junta de Freguesia de São Roque.
Prova de que não são necessários grandes investimentos para que a população adira a espectáculos de bom nível.

1ª declaração de interesses: não sou eleitor em Oliveira de Azeméis !
2ª declaração de interesses: gosto – imenso - de Oliveira de Azeméis !
Produzir um caderno de encargos para um futuro executivo municipal levaria, muito provavelmente, a preencher uma resma de papel. Desde a obra estruturante ao centímetro de alcatrão à porta tudo é importante, tudo é urgente.
Por mim, resumo a quatro os principais vectores:
· Progredir rapidamente e em força com o abastecimento de água e a rede de saneamento
· Passar da mera subsidiação nas áreas da cultura mas criar condições, contratos-programa e regras para uma gradual aumento (quantitativo e qualitativo) da produção made by oliveirenses
· Perseguir o objectivo de que Oliveira de Azeméis tenha serviços de transportes colectivos (quantos e quantos não dispõem de veículo e o transporte individual não será um privilégio ad eternum) a começar por uma participição activa (e co-liderante mesmo) quanto à futura reconversão e aproveitamento da Linha do Vouga. (Nota: em autocarro, Porto-O.Azeméis e vice-versa tem um custo temporal de 2 horas para vencer cerca de 50 kms...)
· Um rigoroso e apertado controlo de custos, combate ao desperdício, bom senso e rigor no que ao ‘edifício camarário’ diga respeito. Atente-se no serviço de dívida que perdurará por muitos anos.
Tendencialmente abordamos apenas as situações quando as mesmas nos afectam no nosso quotidiano e a realidade é que nos últimos anos, em Oliveira de Azeméis, temos umas épocas de incêndios de relativa dimensão.
Nesse sentido, seja fruto do trabalho dos bombeiros, das cada vez mais equipas de primeira intervenção e de prevenção, seja por acção do tempo, o que é certo é que este ano temos vivido uma situação bastante calma.
Que assim continue pois os soldados da paz agradecem e a floresta também.
CÂMARA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
António Pinto Moreira
Susana Maria da Costa Xará
João Manuel Pereira Campos
Manuel Tavares de Oliveira
Alexandrina Maria Neves Oliveira
Mário Jorge Pinho Rodrigues Carvalho
Alexandra Salomé da Costa Nicolau
Fernando Veríssimo Valente Rocha
Raquel de Pinho Resende
Luis Celso Gonçalves Oliveira Santos
Ângelo José Pereira Santos
Maria da Ascenção Ferreira Bastos
António Augusto Forte de Sousa
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
Miguel Ângelo de Carvalho Santos Portela
João Carlos do Amaral Osório Nunes da Silva
Ana Lúcia Costa Guedes
António Alberto Vieira Dias
Pedro Miguel Cardoso Nunes da Silva
Ercília Manuela Silva Henriques Pinho
José de Almeida Bastos
Carlos Alberto Reis Rodrigues
Carla Sofia Esteves Barreira Nunes da Silva
Jorge Miguel Fernandes da Silva
Ângelo José Pereira Santos
Ana Filipa Correia da Silva
Carlos Adolfo da Silva Mota
João Silva Ferreira Maia
Carmina da Silva Pinho
Jorge de Loureiro Ferreira
Marcelino Francisco Quental
Mónica Soares de Almeida Bastos de Carvalho
Ilídio Tavares de Almeida e Silva
Susana Cristina Pinto Azevedo Campos
Rosa Maria Ferreira Silva Amaral de Figueiredo
António José Pinho Campos
Marlene Sofia de Oliveira Brandão
Belmiro Joaquim Bastos Moreira
Maria Eulália Resende da Silva
Marlene Silva Santos
Luís Celso Gonçalves Oliveira Santos
1ª declaração de interesses: não sou eleitor em Oliveira de Azeméis !
2ª declaração de interesses: gosto – imenso - de Oliveira de Azeméis !
Não será necessário vivermos uma ambiente pré-eleitoral eleições para se abordar, de forma condensada, um tema que merece ser tido em conta: ‘ser oliveirense’ ou ‘haverá uma identidade oliveirense ?’.
Um sentimento, que desde há muito, parece existir é de que vai esmorecendo um certo orgulho na nossa terra e suas gentes (mesmo entre os que por razões diversas demandaram outras paragens). Certos ‘momentos ou acontecimentos bons’ ou mais mediatizados (pela positiva) não chegarão para contrariar aquela tendência.
Não é difícil pormos um pé na rua e ouvirmos comentários que estabelecem comparações, a propósito disto ou daquilo, com terras ou regiões de proximidade.
Concordando quanto a muitas dessas comparações (e quem sai fora das fronteiras oliveirenses facilmente é levado a relativizar) coloca-se-nos (a quem escreve e a quem nos lê) algumas interrogações: porque haverá esse sentimento de – o termo é duro – inferioridade ? Será que, em tempos de globalização, mundialização, fará sentido em falar em ‘bairrismo’, ‘orgulho oliveirense’ ? Existirá uma ‘identidade (positiva) oliveirense’ ?
22 Agosto 09
Assim que forem do domínio público, aqui colocarei as listas de candidatos do CDS/PP, CDU e BE à Câmara Municipal e Assembleia Municipal.
"Não está à espera que eu vá fazer o TGV ou a terceira auto-estrada"
Manuela F. Leite, Líder do PSD em entrevista na RTP
Esta frase da líder do PSD, quer-nos dizer, a nós oliveirenses, que se vencer as eleições legislativas não avança com a A32 e que se insere na denominada terceira auto-estrada e com isso Oliveira de Azeméis ficará a perder significativamente, atendendo a que, na minha óptica, esta é a via que mais falta faz ao concelho de momento por nos colocar de forma rápida na zona do Porto.
CÂMARA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
Maria Helena Terra de Oliveira
Joaquim Jorge Ferreira
Manuel Alberto Marques Dias Pereira
Ana Maria de Jesus da Silva
Helder Martinho Valente Simões
Paulo Do Amaral Alegria
Carla Maria Fonseca de Almeida
Lino Manuel da Costa Ferreira
Amilcar Manuel de Oliveira Braga
Susana Cristina Barbosa Correia Fernandes
Joel de Pinho Vasconcelos
Armando António da Costa Silva
Ana Francisca Ferreira Bastos
Augusto Ribeiro Moreira
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
Manuel Francisco dos Santos Valente
Fernando Manuel Pais Ferreira
Helena Maria Dinis dos Santos
Fernando Ricardo Gomes Oliveira Bastos
José Ramos da Silva
Ana Lúcia Nunes de Sousa
Carlos Manuel Afonso de Bastos Oliveira
Manuel José Tavares Soares
Ana Raquel Simões Teixeira
Bruno Armando Aragão Henriques
José António Domingues Marques Lourenço
Cristina Maria Valente de Pinho
Pedro Luis Paiva Dias
Vitor Manuel de Oliveira Silva
Maria Amália Costa Pinho
António Luis de Pinho Costa
Filipe José Bastos Marques
Fabiana Sofia Soares Silva
Fernando Correia Tavares
Rui Jorge Duarte Rios Santos Rocha
Rosa Maria de Castro Rodrigues
Elisio Manta da Costa
Alfredo de Oliveira Carvalho
Stephanie de Paiva Santos
Adelino Oliveira da Silva
Nadine Maria Correia Almeida
José Manuel da Silva Justino
Marco Manuel Andrade Pinho
Albina Maria Carvalho dos Santos Gaspar
Frederico Carvalho Bastos
Vitor Miguel Choupeiro Gomes
Amy Beth Rebelo
António José da Rocha Aguiar
André dos Santos Queiros
Alda Arlete Moreira Resende
Ricardo Manuel Almeida Santos
Marisa Lopes de Sousa
Lucília Maria Neves Oliveira
CÂMARA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
Hermínio Loureiro
Ricardo Tavares
Gracinda Leal
Isidro Figueiredo
Pedro Marques
OBS: Lista incompleta e sem confirmação oficial
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
Jorge Manuel Freitas de Oliveira e Silva
António Manuel da Costa Alves Rosa
Isabel Maria Fernandes Guimarães Ferreira Vilhena
António da Silva Xará
José Francisco Brandão de Oliveira
Ana Maria Ferreira Alves da Silva Neves
José Domingos Campos da Silva
Rui Filipe Fernandes Nunes
Paula Regina Fernandes Duarte de Oliveira Pinto
Francisco Borges de Almeida Alves
José Filipe da Silva Carvalho
Ana Luísa Gonçalves Regala de Mendonça Humphrey
António Luís da Fonseca e Grifo
Jorge Fernando da Rocha Pinto de Paiva
Helga Alexandra Freire Correia
Marco António Guimarães de Castro Azevedo
Carlos Manuel Costa Gomes
Susana Maria Silva Jesus Costa
Francisco José de Campos Figueiredo
Andreia Filipa Cruz da Silva Castro
Daniela Rodrigues de Pinho
António Ilídio Martins Godinho
Felisberto Manuel de Pinho Rodrigues
Raquel Pereira Andrade
Hugo Miguel da Costa Tavares
Marco Aurélio Dias da Silva
Rita Mafalda Ramos e Silva
Pedro Miguel da Silva Carvalho
Sérgio Manuel Esparrinha Leite
Karina Ferreira Leite
Daniel Pinto Ferreira
Filomena Maria Henriques Soares
Marina Tavares Figueiredo Velhas
Elvira Cristiana da Silva Correia
Freddy Castro da Silva
Mónica José Neto Sério Figueiredo
Pedro Miguel Fernandes da Costa
1ª declaração de interesses: não sou eleitor em Oliveira de Azeméis !
2ª declaração de interesses: gosto – imenso - de Oliveira de Azeméis !
Declarações feitas, passemos ao texto propriamente dito.
Poderá o Verão, a norte, não estar propriamente caloroso mas com o aproximar de (quase) outonais eleições, outros calores despontam. Sobretudo as autárquicas porque mais directamente próximas de cada um de nós, porque conhecemos estes e aqueles candidatos. Procuramos saber algo mais acerca dos que não conhecemos.
Com maior ou menor cerimonial, as candidaturas apresentam-se, anunciam ao ‘mundo e à cidade’ as suas linhas de acção programática. Mais simples: as suas cartas de intenções. Porque certezas na vida há só uma, dizem.
Interrogo-me bastas vezes se valerá a pena o investimento (tempo, dinheiro...) na redacção de um abrangente, exaustivo e detalhado programa, dividido em capítulos, secções, parágrafos e por aí fora. Quantos de nós os lerão, compararão ? Fica a dúvida, a interrogação.
No dia do arranque da Liga, Hermínio Loureiro, também candidato à presidência da CM de Oliveira de Azeméis, anunciou que reserva para 11 de Outubro, dia de eleições Autárquicas, o fim do tabu sobre a permanência no cargo de presidente da Liga. "Só após os resultados tomarei uma decisão", explicou. Soa isto a dizer que se for eleito, adeus Liga.
E assim ficamos tentados a pensar que para o senhor Loureiro o futebol tem sido uma estratégia para não perder notoriedade pública entre cargos políticos. Ou que, se os oliveirenses não o quiserem, o guarda-chuva do futebol acolhe-o. Nada como uma declaração de interesses, no arranque da Liga.
Mário Pereira
in Correio da Manhã, 18/08/2009Ao ler o Expresso Online, chamou-me a atenção o nome de Eddy Resende como protagonista do trágico acidente de uma aeronave em Évora.
Após pesquisa mais apurada, constato aquilo que não queria ler. Estávamos perante o fatídico acidente que vitimava um oliveirense, filho do proprietário da “Casa Resende” dos famosos presuntos.
Mais um oliveirense, desta feita, apaixonado pela aviação e pelos saltos de paraquedismo, que nos deixa.
À família, sentidas condolências.
Estão quase a chegar ao fim e este ano, ao que consta, porque não sou apreciador desse tipo de concertos, Quim Barreiros “encheu” a casa com 10 mil pessoas a assistir ao espectáculo. Para uns, será aposta ganha, para outros, a programação deveria ser outra, mas acima de tudo, que exista noção de que as Festas são efémeras…
Obs: Pelos vistos Quim Barreiros tentou entrar em campos extra musicais e não se terá saído muito bem!!!
Segundo o Correio da Manhã, a cedência de autocarros por parte das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia a entidades privadas, como os clubes desportivos, associações recreativas, ranchos folclóricos ou agrupamentos de escuteiros é "ilegal". A denúncia é feita pela Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP), que fala em "concorrência desleal" por parte das autarquias que alugam os autocarros municipais e acusa as autarquias de "autopromoção em períodos eleitorais".
De acordo com Jorge Nogueira, vice-presidente da ARP, "o transporte privado é aquele em que a pessoa que efectua o transporte o faz em seu interesse próprio", como refere o Decreto-lei nº 3/2001 de 10 de Janeiro, o que não é o caso em relação ao transporte de associações em autocarros disponibilizados pelas autarquias, defende o responsável da ARP, que fala "em prática generalizada e nociva para a economia". Jorge Nogueira afirma que não são só as transportadoras a sair prejudicadas, mas também os sectores relacionados com o transporte, como "os vendedores de autocarros e de combustíveis".
O CM contactou um advogado que dá razão à ARP nesta matéria. Na sua opinião, "as autarquias estão a concorrer com a actividade privada de uma forma desleal". Esta prática que se generalizou "pode parecer correcta mas não deixa de ser ilegal", refere o advogado. (…)
Fernando Ruas, o presidente da Associação Nacional de Municípios, diz desconhecer esta ilegalidade, mas se esta for provada não tem dúvidas de que "os municípios terão de rever a sua posição em relação a esta matéria".
Segundo a ARP, os autocarros das autarquias podem apenas transportar os funcionários autárquicos e as crianças do Pré-escolar e do 1.º Ciclo.
A ser verdade esta interpretação da lei, passaremos a ter um regime muito mais transparente na gestão dos transportes municipais em que por norma, os transportes são cedidos sistematicamente às mesmas instituições que no acto da requisição deveriam pagar uma taxa pela prestação do serviço enquanto outras, sabendo à priori que o preço a pagar é similar ao privado, nem chegam a requisitar o serviço.
Até aqui, nada de extraordinário, mas à posteriori, a CMOA tem isentado de forma discricionária as entidades do pagamento da referida taxa o que provoca enormes desigualdades no tratamento das colectividades.
Um homem, de 43 anos, foi morto, na noite de anteontem, sexta-feira, com três tiros disparados à queima-roupa quando se deslocava para o local de trabalho, em Oliveira de Azeméis. A PJ investiga o homicídio. Anda não há suspeitos.
António Afonso, 43 anos, natural da freguesia de Loureiro, Oliveira de Azeméis, dirigia-se num ciclomotor para a empresa "Simoldes", para entrar ao trabalho no turno da meia-noite. Pelas 23.30 horas, a cerca de um quilómetro da empresa, foi atingido por um primeiro tiro, supõe-se que de caçadeira, disparado a curta distância de dentro de um Renault Clio de cor branca. Foi atingido nas costas.
Mais informação em Jornal de Notícias.
Notícias destas não se desejam e resta apenas deixar os sentimentos à família.
Não fosse o facto de ter surgido na reunião do executivo municipal uma proposta para atribuição de um subsídio de 40 mil euros para apoio à realização do Europeu de Sub-16 em Basquetebol e confesso que tal iniciativa passava despercebida atendendo a que a mesma já se encontra a decorrer.
O apoio a estas iniciativas pode ser uma mais valia em certos concelhos, mas será o valor aplicado neste torneio efectivamente uma necessidade em Oliveira de Azeméis quando as possuímos tantas carências básicas e o Município não consegue ter verbas para simples arranjos nas estradas e passeios?
Um sábado de inverno em pleno verão está a servir para estudar documentos recentes que dizem respeito ao nosso concelho.
Assim, no Portal do ARS Norte, encontra-se em discussão publica o Estudo de Reordenamento Hospitalar da Área Metropolitana do Porto, no qual se constata que Oliveira de Azeméis é o concelho que apresenta piores tempos de acesso às unidades de saúde – Hospital e Centro de Saúde.
Tal se deve, a factores de orografia do território em que estamos inseridos mas não justifica tudo, pois ficamos atrás do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa. Em meu entender, a qualidade da nossa rede viária é responsável por grande parte deste atraso.
Mas nem tudo são más notícias pois com a projectada A32, e saibam os autarcas do concelho pugnar de forma assertiva em prol de uma nova localização do Hospital, será possível conseguir captar esta infra-estrutura para o concelho, mas sempre num local próximo do nó de acesso à A32 com a EN227 que liga S. João da Madeira a Vale de Cambra (Nogueira do Cravo é uma excelente localização), uma vez que é dessa forma que se diminuem os tempos de acesso médios e se alarga a área de influência do Hospital.
Do ponto de vista político, com a anuência do Presidente da Câmara Municipal de Arouca e de Vale de Cambra a esta localização, enquanto oliveirenses devemos apoiar e criar sinergias com estes autarcas no sentido de reivindicar acima de tudo a sua construção o mais urgente possível.
Os interessados no estudo, podem efectuar a sua consulta aqui.
O tão propalado centro comercial afinal já não começa no 2º semestre de 2009 conforme anunciado pelo Dr. Ricardo Tavares. Confesso que não lhe vou cobrar esse anúncio que afinal não se concretizará tão cedo uma vez que a situação de crise internacional que se vive exige dos privados muita contenção nos investimentos que se pretendem fazer. Contudo, sei que este sentimento não é recíproco, tal a velocidade em que o líder do PSD local vem a terreiro criticar o PS pelas medidas que quis implementar e que, por vicissitudes várias, não conseguiu fruto da conjectura económica negativa em que vivemos.
Mas, este adiamento por parte do promotor pode não ser muito prejudicial se os prazos não derraparem mais, pois neste momento não existe mais espaço de manobra sob pena de ficarmos sem centro comercial, sem terreno e sem o dinheiro dispendido na aquisição dos terrenos uma vez que a CMOA não acautelou os nossos interesses colectivos ao aceitar uma cláusula no contrato com a PREDIAZ, empresa que vendeu os terrenos, no sentido dos mesmos voltarem para a sua posse caso em finais de 2012 o centro comercial não se encontre edificado e licenciado.
Isso sim, seria preocupante!!!
Implantação das novas instalações hospitalares no extremo sul da Av. Dona Maria I (lado este), o novo eixo estruturante da cidade, beneficiando, deste modo, da boa acessibilidade rodoviária interna à cidade (concedida pela Av. Dona Maria I) e de ligação ao exterior (devido à sua proximidade à circular e ao nó de articulação com o IC2 proposto a sul). Permite, assim, um
acesso rápido e fácil tanto à população de Oliveira de Azeméis, como à população dos restantes concelhos da NUT Entre Douro e Vouga. Com efeito, esta localização possibilita uma correcta
articulação entre as três unidades que fazem parte do Centro Hospitalar.
Este é um excerto do Estudo da Parque Expo apresentado no dia 30 de Julho e, no mesmo dia, o Presidente da Câmara Municipal é citado no Jornal Labor - Por seu turno, o presidente da câmara de Oliveira de Azeméis afirmou ao Público que aquela autarquia “apontou vários terrenos, um dos quais foi visto pelos presidente e vice-presidente da ARSN, que consideraram essa zona muito positiva para o hospital, e que fica a um passo de S. João da Madeira e com uma ligação privilegiada a Vale de Cambra”, apontando possivelmente para um terreno em Nogueira do Cravo. Para Ápio Assunção o actual hospital de Oliveira poderá funcionar como uma unidade de cuidados continuados, caso seja construída uma nova unidade.
No mesmo dia, duas contradições sobre um assunto de vital importância.
Muito se tem estudado sobre o que se pretende para Oliveira de Azeméis. Primeiro foi um estudo de desenvolvimento económico e social elaborado por técnicos da Universidade de Aveiro. Mais tarde, foi encomendado ao Prof. Jorge Carvalho, a elaboração da revisão do PDM e o Plano de Urbanização da Cidade a quem a CMOA pagou muitas dezenas de milhares de euros.
Agora, surge mais um estudo encomendado à Parque Expo, sobre Regeneração Urbana que contradiz, em muitos aspectos o plano apresentado pelo Prof. Jorge Carvalho e que custou 140 mil euros.
O mesmo pode ser consultado aqui.
Por mim, irei debruçar-me sobre alguns aspectos contraditórios em post posteriores.
Eis que regresso à normalidade e a actualizar este espaço com regularidade.
A todos peço desculpa pela interrupção motivada por questões profissionais.
Procurarei, daqui para a frente, manter a mesma regularidade que assumi durante vários anos e que levou a que centenas de pessoas, diariamente, visitassem este espaço.
Caríssimos,
Peço imensa desculpa a todos quantos têm vindo este espaço e que não encontram os seus comentários publicados bem como novos posts para discussão.
Tal prende-se com motivos profissionais que se prolongarão por mais alguns dias.
Pelo facto peço desde já desculpas a todos, sendo que farei os possíveis por ir mantendo actualizado este espaço no curto prazo.
A direcção dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis faz um ultimato às Administrações Regionais de Saúde do Norte e Centro, ameaçando demitir-se em bloco caso não seja paga a dívida de quase 250 mil euros. Esta demissão põe em risco o transporte de doentes. A ARS Centro tem já uma reunião marcada com os Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis para a próxima quarta-feira para discutir esta situação, mas a ARS Norte, contactada pela Antena 1, remeteu esclarecimentos para esta segunda-feira. O presidente da direcção da referida corporação de bombeiros, António Gomes, explicou à Antena que dão apenas duas semanas para as ARS saldarem a dívida.
Compreendo a situação dos Bombeiros pois a existência de créditos deste montante pode prejudicar o serviço prestado. Espera-se que o bom sendo impere e que esta não seja apenas uma forma de pressão das entidades responsáveis que devem explicar se devem ou não e, se devem, porque não liquidam esses valores pois não é aceitável que os bombeiros estejam há mais de seis meses, sem que lhes sejam pagos os serviços de transporte de doentes que são efectuados pela corporação.
A União Desportiva Oliveirense vai a votos esta noite. Ao que parece, apenas uma lista concorre à eleições e é encabeçada por José Maria Godinho, para a Direcção, Jorge Casimiro para a Assembleia Geral e Dr. Jorge Silva para o Conselho Fiscal.
Segundo o Diário Económico de ontem, o Promotor confirma que o imobiliário de retalho não é o seu ‘core’ e que não serão feitos mais projectos nesta área. O grupo tem cinco empreendimentos comerciais em Portugal.
A Estia, ‘holding' dos irmãos Martins, do grupo Martifer, para os projectos imobiliários, adiou a construção dos ‘shoppings' que estava a promover com a marca Gran Plaza.
Trata-se de três projectos de centros comerciais, localizados no Norte do País, designadamente em Felgueiras, Amarante e Oliveira de Azeméis, e de dois projectos de ‘retail parks' para Coimbra e Albergaria-a-Velha.
Atendendo a que o compromisso da CMOA com o antigo proprietário pressupõe a entrada em funcionamento, e devidamente licenciado, do centro comercial até final de 2012 sob pena do terreno voltar para a posse da PREDIAZ sem direito à devolução do valor pago pelo terreno, esta pode ser uma má notícia para Oliveira de Azeméis.
Desde sempre assumi que a cláusula de reversão do terreno para o vendedor poderia ser um negócio ruinoso para a edilidade e estas notícias vêm confirmar isto mesmo.
Os proprietários dos terrenos necessários para a construção do denominado Troço 3 das Vias Estruturantes vieram a público, primeiro na sessão da Assembleia Municipal e, posteriormente, num jornal local, exigir esclarecimentos sobre o ponto de situação da referida aquisição.
Se num primeiro momento, a CMOA deliberou adquirir o terreno por 350 mil euros, valor muito superior à avaliação, conforme já referi aqui em tempos, o posterior cancelamento do negócio, deliberado pela CMOA, ao que parece, nunca foi comunicado aos proprietários.
Em qualquer processo negocial, ambas as partes devem ser conhecedoras de todo o processo e, neste caso concreto, exigia-se que a autarquia comunicasse a deliberação tomada de não adquirir o terrenos pelos valores inicialmente acordados, mas também se exigia que os proprietários tivessem noção de que, não obstante terem negociado com a CMOA, essa decisão de nada vale sem ser aprovada pela Assembleia Municipal e, nesse órgão, nunca foi submetida à votação, qualquer proposta nesse sentido.
A legitimidade dos proprietários é total, e o valor solicitado para a venda do terreno baseia-se, não no valor da avaliação, mas nos valores muito mais elevados, pagos pelo Município, em terrenos adjacentes. A pergunta é: terá o Município que continuar a errar e a pagar valores exorbitantes por terrenos que, como todos constatamos, hoje valem muito menos que nos anos anteriores?
No dia em que oficialmente se inicia o Verão, surge um incêndio de pequena dimensão na entrada de Cesar pela Via do Nordeste, que foi prontamente combatido pelos Bombeiros Voluntário de Fajões e de O. Azeméis e com o auxílio de meios aéreos.
Que a época de verão seja calma do ponto de vista destas ocorrências é o que se deseja a bem da nossa floresta e do descanso dos bombeiros.
A notícia que já aqui tinha deixado sobre o encerramento da maior empresa do concelho, foi alvo de reportagem da RTP. Contudo, para a RTP, São Roque pertence a S. João da Madeira.
A fábrica de calçado de senhora M. da Costa e Silva SA, em S. Roque, Oliveira de Azeméis, cessou esta sexta-feira a laboração atirando para o desemprego mais 190 trabalhadores a quem deve quase três meses de salários.
Mais um despedimento colectivo fruto da conjuntura económica internacional e com efeitos a nível nacional e que começa a afectar Oliveira de Azeméis no sector do calçado de pois de já ter provocado alguns constrangimentos no sector automóvel.
O armazém de uma fábrica de velas em São Roque, Oliveira de Azeméis, foi ontem de manhã totalmente destruído por um incêndio de causas ainda desconhecidas. A empresa, a laborar há um ano, emprega seis trabalhadores, que agora correm o risco de ficar sem trabalho.
O alerta do incêndio da Alexandra Maria Mesquita Ruela, empresa de velas de aniversário, foi dado às 11h30. Em poucos minutos, os bombeiros chegaram ao local, deparando-se com vários obstáculos. "Estavam imensas viaturas ligeiras estacionadas, o que nos impediu o acesso ao incêndio", descreveu Fernando Maciel, segundo-comandante dos Bombeiros de Oliveira de Azeméis.
O incêndio foi circunscrito por volta das 14h00. Um bombeiro teve que receber assistência médica por queimaduras e inalação de fumo.