quinta-feira, agosto 30, 2007
Negócio do shopping (parte II)
terça-feira, agosto 21, 2007
Hospital - Contentores já estão no local
segunda-feira, agosto 20, 2007
Presidente da Galp em entrevista
Colisão de três carros provoca oito feridos
Bombeiros em prontidão
domingo, agosto 19, 2007
A cultura local ficou mais pobre...

sábado, agosto 18, 2007
Amor não correspondido
Fotos tiradas em Julho de 2007

sexta-feira, agosto 17, 2007
Sem título!
O Ano 2007 marcará irremediavelmente a história das festas da cidade de Oliveira de Azeméis.
Foi com enorme tristeza que recebi a notícia de vitimou fatalmente a pequena Micaela, na “Festa de La Salette”. Considero que não é o momento de procurar culpados, mas de chorar a perda e rezar pelos seus familiares, que sofrem uma dor inigualável.
Oliveira de Azeméis está de luto.
Contudo, não posso deixar de manifestar a minha indignação por alguns factos. Acautelem-se aqueles que pensam que não digo o que penso por razões partidárias ou afins (não sou desses):
O QUE VI NO PARQUE É MONSTRUOSAMENTE VERGONHOSO!
Falta de organização, falta de rigor na atribuição de espaços e pior ainda, muita falta de qualidade.
Os divertimentos ai existentes mais pareciam saídos de um acampamento de ciganos (não desprezando), patenteando muita falta de zelo, equipamentos obsoletos e em péssimo estado de conservação.
Nem uma, repito nem uma daquelas “barracas” deveria estar nas ruas que circundam o parque, e muitas delas, nunca deveriam ter autorização para serem instaladas num raio de 1000 Km de Oliveira de Azeméis.
As Festas de La Salette não são uma qualquer festa de freguesia, nos confins de Arrechousa, mas mais parecia. Independentemente de se tratar de uma festa popular, mundana, pode-se fazer muito melhor, mesmo muito melhor.
O programa de festas é fraco, desequilibrado e antiquado, originando a curto prazo o recesso da juventude às festas.
Pôr no mesmo programa “Roberto Leal” e outro cantor “pimba” é muita falta de visão.
Para não falar nas restantes escolhas.
Com um orçamento daqueles, podia-se e devia-se fazer muito melhor!
Vai-nos valendo a vertente religiosa para manter a tradição e a Beleza das festividades.
Mas até a capela se encontrava fechada cedo demais, quando abria! A capela deveria estar aberta até ao último instante: não esqueçamos que se trata de uma festa religiosa.
Não conheço nenhum membro da Comissão de Festas, e certamente fizeram o seu melhor para que tudo corresse bem, mas às vezes não basta estar presente, estar disponível para ajudar, dando o litro por uma causa. E muitas vezes, não basta ter dinheiro, é preciso saber geri-lo convenientemente.
As fatalidades evitam-se, previnem-se… porque elas acontecem onde menos se espera e deseja. Mesmo sem haver culpados!!
Continuação das férias... possíveis!
quarta-feira, agosto 15, 2007
Astúrias: notas de viagem
Passei alguns dias de (merecidas) férias a (re)visitar as Astúrias.
Em e a partir de Gijón (cidade quase três vezes maior que Braga) procurei conjugar a vertente do lazer, do ‘dolce far niente’, com o dilatar da minha bagagem de conhecimentos.
Entre outros, gostaria de partilhar convosco alguns aspectos, como:
O Principados das Astúrias situa-se, em termos económicos, na média da União Europeia (com uma taxa de desemprego na ordem dos 4,5 %
A economia asturiana assenta sobretudo na vertente da indústria pesada (fundição, cimenteira, aciaria) e do sector primário com preponderância para a produção de leite
O turismo é, sobretudo, de origem interna
Na sua envolvente, as Astúrias têm, em parte do seu território, o Parque Nacional ( e Reserva da Biosfera) dos Picos da Europa (que se estendem pela Cantábria e Castela-Leão) e diversos Parques Naturais e Reservas
Gijón é uma das cidades europeias cujos habitantes consideram desfrutar de elevada qualidade de vida
As Astúrias foram a única parcela da Ibéria onde os mouros nunca conseguiram assentar arraiais. Atribui-se a Pelayo, rei das Astúrias no princípio do séc. VIII d.c., a condução da acção guerreira que levou à expulsão dos maometanos, tendo o seu expoente na Batalha de Covadonga (na orla dos Picos da Europa), local onde é venerado e expoente da identidade asturiana.
As Astúrias foram o destino de muitos milhares de portugueses (sobretudo de Trás-os-Montes) a partir do séc. XIX para trabalharem nas minas asturianas (com o gradual fecho das minas portuguesas, no séc. XX, foi de novo o destino emigrante de transmontanos) pelo que ainda subsistem muitas famílias de 2 ª e 3ª geração com raízes na nossa lusa pátria
O extraordinário empenho e cuidado com que os centros antigos (cascos históricos ou viejos) são mantidos e recuperados, com evidente sinais de orgulho do seu passado e do seu património histórico.
Enfim, naturalmente haveriam mais notas (e impressões) de viagem para aqui deixar. Mas não quero ser (mais) maçador.
apelo a comprar em concelhos vizinhos
Mais concretamente: em Cesar e em Nogueira do Cravo, p.exº., existem painéis - bem visíveis - do grupo Intermarché a publicitar as suas lojas em...Arrifana (concelho de Santa Maria da Feira).
Obviamente que, desde que licenciados, não se pode colocar em causa a existência de tais apelos a compras em concelho vizinho e tratar-se-á de uma decisão de gestão daquele grupo empresarial.
Mas, interrogo-me:
existindo no nosso concelho (ou município, segundo os mais puritanos) unidades comerciais daquele Grupo não seria de sensibilizar a alteração do apelo publicitário de 'Arrifana' para ' Oliveira de Azeméis' ?
Para além de outros (fortes) factores, este tipo de publicidade também poderá contar para a decisão de oliveirenses em comprarem noutras terras, digo eu.
terça-feira, agosto 14, 2007
Uma vergonha que perdura
Marco Miliário: uma sugestão
Serviço Público
segunda-feira, agosto 13, 2007
A Volta passou por aqui
Mas foi na rampa do Mercado (lado nascente) onde mais povo se apinhou. Sobretudo bem no cimo onde as quedas eram uma quase certeza. Por causa do azeite, sim, do azeite que impregna os paralelos (daí o nome da rampa do azeiteiro).
A folha do “O Comércio do Porto” na mão com a lista dos corredores mai-los respectivos números.
Soaram as sirenes dos batedores da PVT. Os corredores vinham já ali, bem ao fundo. Uma enorme mancha colorida. Um autêntico arco-íris. As camisolas do Benfica, Sporting, Porto e, claro, da Ovarense. Os incentivos não foram poupados.
A curiosidade era saber se o João Gomes, o ‘Tarrinca’ (do Couto de Cucujães) e o Orlando Silva (de Travanca) ainda se aguentavam entre os heróis das duas rodas. Houve quem jurasse que visse o João com os lábios mordiscados ou o Orlando a suar as estopinhas.
Passou, por fim, o carro-vassoura (com a dita bem empoleirada no tejadilho).
O povo debandou.
Restaram uns quantos, em grupos, discutindo as peripécias daqueles breves, muito breves, instantes. Para o ano há mais Volta.
Lá estaremos, de novo, na ‘rampa do azeiteiro’
(Obviamente, não há coincidência dos anos sessenta com a actualidade)
Férias
domingo, agosto 12, 2007
A nova função dos caixotes do lixo
sábado, agosto 11, 2007
A culpa não é do mensageiro
sexta-feira, agosto 10, 2007
Regulamentos
Uma só nota: creio que ainda faltam alguns, a começar pelo Regulamento do Plano Director Municipal
Menos um Yaris

O concelho precisa de um shopping?
quinta-feira, agosto 09, 2007
Assembleia Municipal incorre em ilegalidade
quarta-feira, agosto 08, 2007
Mais um ranking desfavorável
Os concelhos, na sua maioria, são crónicos maus pagadores. O tempo médio de pagamento para a grande maioria, segundo a FEPICOP (Federação Portuguesa da Indústria de Construção de Obras Públicas), relativamente ao último inquérito semestral quanto aos recebimentos das Obras Públicas, é 7,6 meses.
Na lista negra de Aveiro surgem as câmaras de Aveiro, Ílhavo, Castelo de Paiva, Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis, que pagam as obras públicas em prazos superiores a um ano.
domingo, agosto 05, 2007
Em Agosto, não...
A questão da instalação de um centro comercial no centro da cidade tem a mesma génese e a análise da questão segue o mesmo prisma.
Em primeiro lugar, coloca-se a questão se o concelho, se a cidade precisa de um centro comercial, fechado, congregando novas e modernas sinergias? Um espaço comercial que possa agregar melhores condições de lazer e de comércio, como os novos Shopping’s que conhecemos, como por exemplo restaurantes de fast food, cinemas, “brincolands”, lojas de marca, lojas de conveniência, etc. etc. O mesmo é perguntar se os Oliveirenses reclamam e anseiam esse tipo de infra-estrutura. E se com isso, o comércio e a “dinâmica urbana” de Oliveira de Azeméis saiem beneficiados.
À priori, pode parecer difícil responder a essa questão, mas se analisarmos com atenção, chegaremos facilmente à conclusão que não. Não, Oliveira de Azeméis não precisa de um espaço comercial destes. Não precisa, não quer, nem deve querer.
Critico, desde logo, a mentalidade daqueles que defendem que S. João da Madeira tem, ou vai ter, e nós não. Porque esses, por um lado, são os primeiros a frequentar S. João da Madeira, ao contrário de mim, que não ponho lá os pés, e por outro, porque sou daqueles que defendo que Oliveira de Azeméis se deve (e pode) impor pela diferença. Porque só pela diferença, pela excelência da diferença podemos granjear evoluir.
Em segundo lugar, as questões financeiras. Bom, surge evidente que esta pode ser uma oportunidade para a Autárquica encaixar algum capital extra, que tanto faz falta aos cofres municipais. E surge evidente que o negócio apenas pode ser efectivamente rentável se, em conjunto com o terreno contíguo ao Largo Luis de Camões, se alienar o terreno do parque de estacionamento. Como surge evidente que o terreno do parque dificilmente será (excepcionalmente) rentável, se for alienado isoladamente.
A questão está em saber, se este é o momento. E se a solução preconizada para o local é a que melhor se adequa às necessidades da população.
À segunda, não respondo porque não conheço nenhum projecto aprovado, porque ainda não há. Mas quase que adivinho. Quanto à primeira parte da questão, considero que, independentemente de ser o momento ou não, algo que já refutei, supra, como impensável, penso que não devemos vender património ao desbarato, muito menos para pagar dividas, e se não for ao desbarato, devemos vender apenas o estritamente necessário ao desenvolvimento urbano e social da nossa cidade. A base de licitação é manifestamente baixa, considerando, principalmente, estes terrenos serem o pouco que resta pertença do Município, nem me parece que o “lucro” da venda reverta para obras de cariz urgente!
Sou da opinião que Oliveira de Azeméis tem as melhores infra-estruturas para um centro comercial da Região Entre Douro e Vouga, como seja, todo o seu centro urbano, cujas características naturais são de qualidade superior, propícias ao comércio de rua (apreciem por ex. as fachadas da rua pedonal), bem como considero que os Shopping’s situados em edifícios fechados começam a cair em desuso, mormente em concelhos longe dos grandes aglomerados populacionais.
Realço o exemplo da cidade de Braga, cuja autárquica resistiu sempre à abertura de Shopping’s no centro urbano e tem um dos mais fortes comércios de Portugal ou de quase todas as cidades da Espanha e da Europa Ocidental e Mediterrânea em que a vida é cada vez mais feita na rua e menos em recintos fechados.
Por último, não se pode deixar de considerar que o “futuro” Shopping se situará paredes-meias com o “Rainha”, exemplo vivo do que aqui acabo de afirmar.
Sou da opinião que a Autarquia deverá continuar a lutar por um comércio tradicional forte e moderno, procurando encontrar formas eficazes de cativar as grandes marcas a se instalarem no centro urbano de Oliveira de Azeméis, recuperando o prestigio e a dinâmica doutros tempos, que para muitos se encontram imemoriais nas suas boas recordações.
É nos momentos de crise que se descobrem os valentes e os audazes, em não ceder à decisão fácil e imediata, onerando o futuro irremediavelmente.
Quanto ao resto, Meus Amigos, o resto é politiquice barata.
Um abraço e boas férias!
quinta-feira, agosto 02, 2007
Negócio do shopping

Rotunda do Rainha no canto superior direito da imagem
Oliveira de Azeméis até pode precisar de um Centro Comercial para, contrariamente a algumas teses, dinamizar a malha urbana, mas tenho dúvidas que seja desta forma atabalhoada que os oliveirenses se unam em torno desta questão.
quarta-feira, agosto 01, 2007
centro no centro !
Um centro comercial no centro da cidade ...(com 'encaixe' de 2,5 M€ para, digo eu, abater ao passivo do município). Notícia da Lusa, hoje.http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/TY5r1zYmVLtBMuLF070gOQ.html