Em Portugal, 25% da população não tem acesso à rede de drenagem de águas residuais e 34% não tem acesso a tratamento de águas residuais, revela a Quercus. Para que toda a população portuguesa tenha acesso a saneamento, a associação ambientalista lembra que é necessário investir mais em redes de abastecimento e de drenagem de águas residuais.”
sábado, março 22, 2008
Quando é que deixará de ser um problema em OAZ?
Em Portugal, 25% da população não tem acesso à rede de drenagem de águas residuais e 34% não tem acesso a tratamento de águas residuais, revela a Quercus. Para que toda a população portuguesa tenha acesso a saneamento, a associação ambientalista lembra que é necessário investir mais em redes de abastecimento e de drenagem de águas residuais.”
quinta-feira, março 20, 2008
Parquímetros vão aumentar...

terça-feira, março 18, 2008
Escola Livre de Azeméis sobe de Divisão
domingo, março 16, 2008
Plano de urbanização reduz para metade construção de fogos
“O que se pretende é a criação de regras para uma maior harmonização da cidade”, afirmou o vereador responsável pelo sector do urbanismo da Câmara local, Ricardo Tavares.
“O plano admite a construção de nove mil fogos até ao ano de 2020, significando uma redução superior a 50 por cento face ao índice de construção do actual Plano Director Municipal (PDM)”, disse.
O plano de urbanização será analisado na próxima segunda-feira pelo órgão deliberativo, reunião à qual é chamada ainda a pronunciar-se a população.
“Trata-se de um documento estratégico importante pelo que todos devem ser chamados a pronunciar-se sobre a intervenção que se espera no futuro da cidade”, disse o presidente da Assembleia Municipal, Hermínio Loureiro.
“Espero a participação dos oliveirenses até porque penso ser tempo de se começar a pensar no alargamento do perímetro urbano porque há já freguesias ligadas à cidade”, frisou.
O plano - abrangendo as freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, S. Roque, Ul e Macinhata da Seixa - enquadra e propõe “uma diversidade de intervenções estratégicas e prioritárias”.
O documento técnico antevê a melhoria dos acessos na entrada da cidade e com o exterior, a qualificação e animação do centro e a melhoria das infra-estruturas públicas, como as redes de água e saneamento ou a construção de novos equipamentos, direccionados para a infância e a terceira idade.
A construção de uma via intermunicipal ao longo do rio Ul - ligando a cidade a Cucujães e a S. João da Madeira - é uma das rubricas apontadas no plano, que contempla ainda “o reforço das funções do parque La Salette e a sua articulação com o centro da cidade”.
União, União, União!!!
A União Desportiva Oliveirense está de parabéns pelo inigualável campeonato que realizou até ao momento, sem ter averbado qualquer derrota, terminando a primeira fase com mais de vinte ponto de avanço.
Para assinalar também este facto, pela primeira vez na história do clube, a Oliveirense tem uma caderneta de cromos onde estão reunidos todos os atletas das três modalidades unionistas. Sejam jogadores seniores, das camadas jovens ou dos veteranos do futebol, masculinos ou femininos, dirigentes ou treinadores, os milhares de desportistas congregados na Oliveirense estão todos na caderneta lançada pela direcção.
Os cromos e as cadernetas podem ser adquiridos no Centro de Formação ou nos quiosques da cidade, havendo prémios para os primeiros que preencherem, na totalidade, a caderneta.
sexta-feira, março 14, 2008
Prof. Jorge Carvalho de saída??
Até finais do ano passado, o processo de revisão do Plano Director Municipal era coordenado pelo Prof. Doutor Jorge Carvalho, da Universidade de Aveiro.terça-feira, março 11, 2008
Para um Município do Século XXI
Todas as pretensões de construção no nosso concelho se traduzem num investimento que, obviamente pode ser melhor ou pior. Mas não é disso que vamos cuidar agora. Quem pretende construir um empreendimento urbanístico no nosso concelho, vai permitir, entre o mais, arrecadar receita quer através da cobrança pela Câmara Municipal das taxas respectivas, quer através de um imposto directo do qual a Câmara beneficia, como seja o IMI (imposto municipal sobre imóveis). Quem quer construir uma empresa industrial ou comercial, investe no nosso concelho e vai criar riqueza; o município, por sua vez, cobra taxas, arrecada IMI e derrama – sem esquecer que se criam postos de trabalho.
Muitas vezes, todas estas tentativas de investimento esperam meses e anos pelo seu licenciamento. Tempo mais que suficiente para que o particular siga um de dois caminhos:
- desiste ou, constrói sem licença.
Se desistir, nós município perdemos tudo; se construir sem licença, perde-se muita coisa; sobretudo, perde-se a capacidade de controle sobre aquilo que à Câmara Municipal compete controlar – o uso e administração do seu território; perde-se a face legal e a moral política. Potencia-se o sentimento geral de impunidade e propaga-se a praga que pode afundar qualquer regime democrático – a de que, o “crime” compensa. E tanto mais se propaga este sentimento, quanto começa a ser voz corrente que, apesar dos autos de notícia elaborados pelos serviços de fiscalização da Câmara, as coimas respectivas, além de parcas, não se sabe muito bem se e quando são cobradas; quanto a processos de embargo de obra, com a consequente demolição, não há memória neste concelho.
Mas, quando uma destas duas coisas acontece, além do Município em geral, há sempre um outro particular que fica a perder; trata-se do particular cumpridor, aquele que é incapaz de lançar mãos à obra sem a licença na mão e que, não obstante cansado de esperar e cansado dos sucessivos ofícios que lhe pedem às “pinguinhas” o que podia pedir de “atacado”, ainda assim continua à espera.
Temos de acabar com a penalização dos cidadãos cumpridores. Temos que agilizar procedimentos que diminuam as perdas para o município e para os munícipes.
É preciso mudar o paradigma. Os entes públicos não existem para complicar a vida dos cidadãos. Os entes públicos existem para, regulando as relações entre os cidadãos, prestar-lhes um bom serviço e com isso facilitar-lhes a vida. Isto não se consegue com a certificação administrativa de qualidade dos serviços, consegue-se com medidas concretas de simplificação e desburocratização dos serviços; estas sim, melhoram a vida das pessoas e, por isso, as pessoas percebem-nas; pois bem, deixo aqui seis dessas medidas que, estou certa, muito contribuirão para esse fim:
1) Temos que acabar com a inutilidade e completa aberração de os particulares terem que instruir processos na Câmara, fornecendo à Câmara documentos que esta lhes fornece, mediante requerimento.
2) Temos que promover a celeridade de resposta das entidades externas que têm que emitir parecer obrigatório para processos de licenciamento da Câmara Municipal, nem que seja fazendo impor a regra do silêncio com valor negocial de deferimento, vulgarmente conhecido como deferimento tácito.
3) Temos que criar um Manual de procedimentos gerais que, no caso do departamento de obras particulares, habilite “ab initio” qualquer requerente a saber tudo aquilo porque, consoante a obra que pretende licenciar, terá que passar.
4) Temos que criar um mapa de informação zonada que, 24 horas por dia, esteja ao alcance de qualquer munícipe, informando-o de toda a possibilidade legal construtiva de todo o território do concelho; criação que, aliás passa a ser imposta para o PDM, a partir da entrada em vigor da Lei 56/2007 de 31 de Agosto que impõe a transcrição digital georreferenciada dos PDM’s.
5) Temos que normalizar comportamentos padrão que reduzam ao mínimo aquilo que, ainda que possa não ser, às vezes tende a parecer um tratamento discriminatório dos munícipes nos processos de licenciamento.
6) Temos que tornar obrigatória a digitalização dos processos de licenciamento de obras, por forma a que eles possam estar sempre acessíveis à consulta pública; medida que, além do mais acarreta enormes benefícios em termos de segurança.
Se queremos um município do século XXI, temos que o construir de acordo com as regras do seu tempo.
sábado, março 08, 2008
Empresa na Hora já em Oliveira de Azeméis
A Conservatória do Registo Predial e Comercial de Oliveira de Azeméis já está a prestar o serviço ‘Empresa na Hora’. Fica mais fácil, aos oliveirenses, constituir uma sociedade.
Está disponível desde a semana passada, na Conservatória do Registo Predial e Comercial de Oliveira de Azeméis, o serviço empresa na hora – a célebre iniciativa de modernização administrativa que até agora só estava disponível noutros balcões –, a qual constitui o primeiro passo para a simplificação do relacionamento das empresas com a Administração Pública.
Através da iniciativa ‘Empresa na Hora’ poderá constituir uma sociedade unipessoal, por quotas ou anónima no momento e num só balcão. O processo de constituição de sociedades através desta iniciativa é extremamente simples.
Na "empresa na hora" a firma poderá ser escolhida de uma lista de expressões de fantasia pré-aprovadas (Bolsa de Firmas) que se encontram para consulta em www.empresanahora.mj.pt (onde também poderá encontrar mais informções sobre esta iniciativa) e a afectação é efectuada no momento da constituição da sociedade.
Fonte: Voz de Azeméis
Olmar desconhece Oliveira de Azeméis
Não compreendo como autorizam a colocação de um sinal no lugar da Margonça em Cucujães, a indicar um centro comercial de material de escritório (Olmar) sito na cidade/concelho vizinho enquanto nos prospetos publicitários que recebemos aqui no nosso concelho (logo precisam de nós) esquecem-nos.
Será que a CMOA cobra pela publicidade?
Teor da mensagem recebida por email.
quinta-feira, março 06, 2008
Giratório de regresso...
É hoje inaugurado um novo espaço de restauração e lazer na nossa cidade. Nada de anormal, não se tratasse do espaço conhecido como Giratório do Dighton e que em tempos era conhecido por esse país fora.quarta-feira, março 05, 2008
Bandeiras
terça-feira, março 04, 2008
Criada equipa «SOS Cidade» para resolver os problemas do dia-a-dia
segunda-feira, março 03, 2008
Nova lei dispensa licença nas obras em casa
Segundo a agência Lusa, o novo Regime Jurídico da Urbanização e Edificação reduz o controlo administrativo dos licenciamentos, mas reforça a responsabilidade dos promotores e técnicos responsáveis pelos projectos e o peso das multas, que podem ir até aos 450 mil euros.
«Há uma total mudança de paradigma. Passa-se de um clima de desconfiança e de um sistema burocrático responsável pela má construção e por atrasos enormes em projectos importantes para um sistema de controlo diferente», disse à agência Lusa o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita.
O governante destacou ainda a utilização das novas tecnologias e a criação de um gestor de procedimento, responsável por todas as fases da obra e por assegurar o cumprimento dos prazos.
«Agora há a possibilidade de apresentação de projectos por via electrónica e há um gestor de procedimento, que é a pessoa responsável a quem deve recorrer o promotor do projecto. Antigamente sabíamos que o projecto estava na câmara, mas não se sabia bem em que fase», esclareceu.
A nova legislação dispensa de licença, por exemplo, as obras em casa desde que não alterem a estrutura do edifício, a cércea ou os telhados.
Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Mas a isenção de controlo estatal nalguns casos é compensada com um alargamento dos poderes de embargo ou demolição das autarquias e um aumento da responsabilidade dos autores dos projectos e dos valores da coimas, que podem chegar até aos 450.000 euros no caso das empresas.
«Estes princípios - simplificar, descentralizar e usar as novas tecnologias - vão ser referência para a reforma do licenciamento industrial, que entrará em discussão pública em Março, e para a reforma do licenciamento agro-pecuário», afirmou o secretário de Estado.
Também há mudanças nas vistorias das autarquias às obras. Até agora, as licenças de utilização das casas implicavam uma vistoria da Câmara, que passa apenas a ser necessária nos casos em que o técnico da obra não assume um termo de responsabilidade.
Nessas situações, as autarquias passam a ter também um prazo máximo de 20 dias para a fiscalização. Se o município não enviar os técnicos a tempo o projecto fica automaticamente aprovado.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
Todas as obras de alteração das fachadas dos prédios e operações de loteamento são igualmente obrigadas a licença camarária, assim como as obras de urbanização em terrenos que não são abrangidas por loteamentos.
Nos casos em que a obra obriga a consulta da Administração Central - por estar em zona de Reserva Ecológica, perto de um leito de rio ou de um monumento classificado - esse pedido de parecer ocorre ao mesmo tempo em todos os organismos.
Para que tudo funcione via electrónica o Governo está preparar uma plataforma informática para facilitar a relação entre municípios, CCDR`s e os restantes serviços da administração central.
sábado, março 01, 2008
Isenções só para alguns...
(clique na imagem para ampliar)A CMOA isentou algumas instituições, associações e juntas de freguesia do pagamento da taxa devida pelo aluguer dos autocarros municipais.
Nada de grave, se o critério fosse igual para todas as instituições e fosse do conhecimento público de todos aqueles que estão ligados ao movimento associativo que, sabendo que não obstante o corte dos subsídios da Câmara, a regra é o pagamento dos autocarros municipais, preferem recorrer ao privado que, em alguns casos, é mais barato que o serviço municipal.
Instada a tratar as instituições de forma igual e estender a isenção total do pagamento dos autocarros municipais durante o ano de 2008, por forma a repôr a justiça na decisão, a maioria reprovou a proposta apresentada na última Assembleia Municipal.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Pão de Ul vai ser património cultural
A Câmara de Oliveira de Azeméis vai apresentar uma proposta para a classificação do pão de Ul como património cultural do município.
O anúncio público da decisão foi proferido durante a escritura de constituição da Associação de Produtores do Pão de Ul (APPUL), cujo objectivo é apoiar os associados ao nível da produção, comercialização, formação, promoção e manutenção da qualidade do produto regional.
Aí está uma medida que se aplaude e que deve ser entendida como um sinal de que a preservação do nosso património histórico deve ser preservado, apoiado e promovido e, se possível, integrado no Parque Molinológico de Ul/Travanca, podendo funcionar como uma alavanca do turismo local, por forma a que este não se resuma ao Parque de La Salette.
sábado, fevereiro 23, 2008
O senhor Abílio da Câmara
Já se passaram mais de quarenta anos do dia que franqueei pela primeira vez a porta da Biblioteca Gulbenkian que existiu no gaveto da Rua Ernesto Pinto Basto com a Rua que segue para a Abelheira, ali bem perto dos Bombeiros Voluntários e da Igreja Matriz.
Um corredor de acesso, um silêncio sepulcral e, maravilha das maravilhas, livros, muitos livros. Um senhor, sentado qual professor à secretária, registou os meus dados pessoais numa ficha. De onde era, de quem era. O senhor enunciou as regras. Quantos livros poderia requisitar, qual o tempo máximo do empréstimo e por aí fora.
Burocracia cumprida, eis-me a olhar, deslumbrado, para tantos livros, muito alinhados quais soldados em formação guerreira. Sôfrego, apontei o olhar de estante em estante, de prateleira em prateleira. Que livro escolher ? Este, de lombada castanha, espesso, com um papel sedoso ? Ou aqueloutro, não tão volumoso, sem tantas palavras mas com gravuras, imagens ?
E havia o silêncio, sempre o silêncio, como se ninguém mais ali estivesse. O silêncio em respeito pelos livros e por respeito aqueles que sabiamente os tinham escrito. Sim, porque só pessoas muito inteligentes é que eram capazes de escrever tantas palavras, tantas frases. Mundo novo para mim. O silencia dos lugares sagrados.
O senhor que me recebeu, que escrevinhou os meus singelos dados numa ficha de cartão, abeirou-se de mim. Se eu precisava de ajuda, questionou-me. Respondi que sim. De um jeito muito carinhoso passeou-me ao longo das estantes. Foi-me explicando como estavam arrumados os livros, quais os temas. Até que me fez deter na última estante, dizendo-me: para ti, para a tua idade, são estes os livros que podes escolher. Hábil, fez-me uma breve inquirição. Prosseguiu: talvez te aconselhe este, aquele ou mesmo aqueloutro. Segui o conselho. Procedi à minha primeira requisição. Confesso que não me recordo do nome do livro mas não é assim tão importante.
Dia seguinte, pelas seis da tarde, hora a que a Biblioteca abria, ali estava eu. Para devolver o livro. O senhor, revelando alguma admiração pela minha presença apenas um dia volvido, simpaticamente perguntou-me se não tinha gostado, sim, não era habitual um leitor voltar no dia seguinte. Que já tinha lido o livro, que queria requisitar outro. Porque não ? E lá fui até à prateleira do fundo, ao meu novo mundo encantado e de descoberta.
O senhor da Biblioteca passou a autorizar que em vez de um pudesse eu passar a levar dois. De quando em vez, o senhor sugeria-me este ou aquele livro, simpaticamente negava-me (é o termo) um outro que já tinha em mãos.
Então o senhor dos livros não tem nome ?.
Ah, claro.
O senhor da Biblioteca, naturalmente, tem nome: Abílio Santos. Sim, o sr. Abílio da Câmara.
O sr. Abílio Santos, tinha o seu ofício (de responsabilidade acrescida como Tesoureiro de contas certas) e ao final do dia, noite adentro, tinha a seu cargo a Biblioteca Fixa nº 62 (?) da Gulbenkian (que substituiu a Biblioteca Itinerante, uma carrinha Citroen que de xis em xis dias vinha até Azeméis).
Para além das entradas e saídas em escudos, o sr. Abílio também era entendido em livros, em escritores. Dava um conselho a quém o pedisse, uma orientação. Gostava de ter as opiniões dos leitores aquando da entrega do livro.
(…)
Anos mais tarde, tendo eu por comparsa e companheiro um dos seus filhos , o Zé Santos, beneficiei da sua bondade e ali pudemos estudar muitas tardes , eu e o Zé, antes da abertura da Biblioteca aos utentes.
Mais tarde percebi que aquela permissão era uma (pequena) transgressão às regras. Mas uma transgressão proveitosa para mim pois ali, naquele pequeno mundo silencioso, tinha, por exemplo, algo que não tinha na minha modesta casa: uma mesa e boa luz. Ah! E claro, livros muitos livros.
Bem haja, sr. Abílio.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Notícia Agência Lusa
A Câmara de Oliveira de Azeméis manifestou-se hoje "expectante" em relação ao resultado do recurso que interpôs após a recusa do Tribunal de Contas (TC) do pedido de empréstimo em finais de 2007.
"Estamos inquietos por uma decisão. Temos 200 fornecedores com expectativas criadas e com quem queremos cumprir", afirmou à Lusa António Rosa, vereador responsável pelas Finanças da autarquia.
O autarca acrescentou que o executivo municipal aguarda "ansiosamente" pelo resultado do recurso, apresentado ao TC em 03 de Janeiro.
O TC recusou o visto a um empréstimo de 16 milhões de euros da Câmara de Oliveira de Azeméis junto da Caixa Geral de Depósitos, para saneamento financeiro e consolidação de dívidas a terceiros.
Segundo o acórdão, o Tribunal de Contas considerou que a autarquia de Oliveira de Azeméis atravessava uma "situação de desequilíbrio financeiro estrutural", e não conjuntural, como alegado, verificando que, "no longo prazo, se mantém a incapacidade de solver compromissos".
A Câmara de Oliveira Azeméis foi o primeiro caso de uma autarquia que viu recusado o visto do TC a um empréstimo para saneamento financeiro ao abrigo da nova Lei das Finanças Locais.
Dois anos = 2%
Ou seja, se em 2004 a referida taxa de cobertura era de 42,5%, em 2006, a mesma situa-se nos 45%, em que apenas 22% da população se encontra servida por estações de tratamento de águas residuais.
Ou seja, se se mantiver este ritmo, precisamos de mais quatro décadas para atingir os níveis de cobertura dignos de um concelho de um país desenvolvido.
Para nosso bem, que assim não seja e que possamos usufruir deste bem essencial no curto espaço de tempo.
domingo, fevereiro 17, 2008
Debate: “A influência dos media na sociedade”
O painel do debate foi composto por António Lobo Xavier (advogado, político e comentador da SIC), Júlio Magalhães (jornalista da TVI), Borges Martins (Juiz Desembargador) e Aníbal Araújo (jornalista e director de ‘a Voz de Azeméis’). Outro convidado anunciado era Hermínio Loureiro, na qualidade de Presidente da Liga Portuguesa de Futebol, que acabou por não poder estar presente, tendo enviado uma saudação.
A partir das questões colocadas por um painel de alunos, os convidados foram respondendo de forma muito objectiva, sem peias, de uma forma tão aberta que, confesso, me deixou admirado (pela positiva, diga-se) num tempo em que se cultiva (e incentiva) mais o sound byte, a frase sonora mas ôca.
Dois ou três tópicos ali desenvolvidos, diria mesmo, descodificados, são um ponto de partida para uma reflexão crítica de cada um de nós enquanto cidadão e enquanto consumidor de informação.
Um dos aspectos debatidos e que me levou a aprofundar a reflexão foi, por exemplo, o elevado interesse dos políticos nos meios de comunicação, que passa pela cumplicidade, pela permuta de ‘dás-me dicas para as notícias e apareces nas fotos do jornal, nos jornais televisivos…’ . Até porque o político que pretenda carreira, que dependa da política precisa muito, mas mesmo muito, da visibilidade (que não o conteúdo) que os media propiciam. Por outro lado, à comunicação (sobretudo à TV) não interessa dar palco ou mediatização a qualquer político. Interessa aquele que num minuto lança uma atoarda, que fale sem gaguejar, sem compassos de espera, mesmo que o conteúdo seja nulo ou quase.
Não tendo propriamente ficado surpreso com o ali dito, com todas as letras, não podia ficar indiferente; não foi difícil estabelecer algum paralelismo, para não dizer encontrar ‘provas de facto’ com situações de todos os dias e de todas as horas nos media, seja em Lisboa, em Faro, no Porto ou até mesmo… em Oliveira de Azeméis.
De facto, a comunicação de massas tem muito poder e até, como um publicitário, disse um dia, e socorro-me da minha memória: uma TV pode ser tão decisiva a ‘fabricar’ um Presidente ou Primeiro-Ministro como quem vende sabonetes.
Referência na Blogosfera
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Almocreve ou Azemel
Os almocreves ou azemeis, do árabe "az-zammal" (o que impele), e que significa condutor de azémolas (besta de carga), eram pessoas que conduziam animais de carga e/ou mercadorias de uma terra para outra.
Numa época de comunicações limitadas, os almocreves eram essenciais como agentes de comunicação inter-comunitária (além de serem indispensáveis ao abastecimento de bens às vilas e cidades). De entre as rotas de abastecimento mais importantes, destaque para as que levavam os almocreves a transportar peixe para o interior e, no sentido inverso, cereais. Não confundir almocreves com mercadores, pois que na maior parte das vezes os bens que transportavam não eram propriedade sua, embora fosse comum um almocreve ser também mercador.
Este traje, dos finais do século XVIII e princípios do século XIX, apresenta calções verdes com os folhos das ceroulas à vista. Botas de meio cano com espera no pé direito. Cinta violácea. Jaleco castanho, colete, camisa de linho com folhos. Chapéu minderico com borla na aba. Lenço debaixo do chapéu. Corrente de prata ou de ouro no colete com moedas pendentes. Varapau ferrado para conduzir os animais.
Retirado de http://trajesdeportugal.blogspot.com/
Triagem de Manchester na "nova" urgência
João Bento, vogal do conselho de administração do Hospital de Oliveira de Azeméis, disse à Agência Lusa que a implementação do sistema de triagem é mais uma das alterações introduzidas para a requalificação do serviço de urgência, que recebeu recentemente obras de vulto.
O Hospital de Oliveira de Azeméis dispõe de um serviço de urgência básica e o fluxo de utentes ronda já os 220 atendimentos diários, após o encerramento da urgência de Ovar." Ver notícia completa aqui.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Alterações ao trânsito na cidade
Se tudo correr bem, novo Pavilhão em breve...
terça-feira, fevereiro 12, 2008
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Índice concelhio de qualidade de vida
- S. João da Madeira (3º lugar)
- Santa Maria da Feira (67º lugar)
- Vale de Cambra (109º lugar)
- Oliveira de Azeméis (129º lugar)
- Arouca (196º lugar)
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Largo Público
Espaço para comentários livres. Aceitam-se lamentações, criticas, aplausos, sugestões, informações, poemas, indicações de largos para serem aqui publicados em imagens…
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Ó Entrudo chocalheiro…
Não resistimos a fazer a entrevista possível.
Pode-se saber a razão de se estar a divertir com o cognome de ‘O Caça-Gajos’ ?
Tá enganado. Eu não parodio ninguém. Não tou aqui pra dibertir-me. Tou na minha função qué de dar caça aí uns gajos que eu cá sei…
Já haviam os ‘Caça Cigarros’. Agora ‘O Caça-Gajos’….O que o leva a exercer essa, digamos, função ?
Beja bem. Isto aqui era um sossego. De 4 em 4 anos tínhamos pra aí umas festas engraçadas, sim, aquilo a que chamam eleições. Depois, era ficar de papo pró ar. Não acontecia nada e a malta entretinha-se como podia.
E agora já não é assim ?
Bocê não é daqui pois não? Taba mesmo a ber. Pois é. Começaram a aparecer por aí uns gajos que por tudo e por nada acham que têm dizer sempre coisas. Ao princípio ainda tinham piada, sabe. A gente andava no bem-bom e nem ligava. Comia uns tremoços, bebia umas bejecas, jogaba matraquilhos e combinabam-se umas coisitas. E habia uns jantarinhos. Agora não. É a todas as horas e todos os dias. Sempre a atazanar a cabeça, sempre a malhar. E não temos cabeça pra tanto, caraças. Até querem saber coisas que não são contas do rosário deles. É uma chafurdice completa.
Chafurdice ? Não se estará a referir à falta de saneamento, por exemplo?
Olha-me este agora! Sane quê ? O povo quer lá saber de saneamento ou lá o que é. Diga-me lá: bocê quando anda por aí vê algum saneamento, bê ? Não bê pois não. Atão é porque não é preciso.
Mas olhe que a existência de saneamento, o abastecimento de água, zonas verdes são factores de bem-estar e de desenvolvimento…
Homesessa agora ! O que o povo quer é obra. Obra, percebe. E obra pra mim é de cimento armado. Mas… disse zona berde ?
Sim, disse.
Ah mas aí é bocê está enganado. Não temos mas bamos ter muuuiiiiito berde. Bamos ter pra aí uma dúzia de campos de golfe. Isso também é obra. Bá lá. Até não gasta muito cimento. Mas é obra na mesma.
Agora percebo porque anda com esse taco de golfe. Já anda a treinar…
A treinar? Olha-me este agora ! Não senhor. Ando a ber se descubro os gajos pra lhes acertar
E lá seguiu rua adiante gritando ‘Quantos são ? Quantos são? …
sábado, fevereiro 02, 2008
Região pode vir a ter equipa de ciclismo
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Viagens prescreveram
Quinze dias safaram Ápio
O presidente da Câmara não vai ser julgado pelas duas viagens que uma das suas filhas fazia semanalmente a Viseu, enquanto estudante universitária, conduzida em carro com motorista da Câmara Municipal.
Embora o próprio motorista tenha confirmado a veracidade da acusação, o juiz de instrução acabou por considerar que o crime prescreveu: a defesa de Ápio Assunção entregou como prova um certificado de fim de curso com data de 19-09-2001, e o juiz de instrução aceitou que os ditos transportes ocorreram até 2001, e não posteriormente.
Ora, assim sendo o prazo prescricional terminava a 19 de Setembro de 2006. O caso é que Ápio Assunção apenas foi constituído arguido duas semanas depois de cumprido esse prazo, no dia 3 de Outubro desse ano.
In Jornal Voz de Azeméis
Presidente da Câmara vai a julgamento
O Jornal Voz de Azeméis publica na sua edição de hoje, a seguinte notícia:O Tribunal de Oliveira de Azeméis já pronunciou Ápio Assunção por um crime de abuso de poder na forma consumada – com o chefe do Executivo e do mesmo crime está também pronunciado José Leite, encarregado dos Estaleiros Municipais. Para já, o julgamento do presidente da Câmara tem sessões agendadas para os dias 28 de Fevereiro e 4 de Abril.
O processo, recorde-se, remonta a 2001, ano de eleições Autárquicas e altura em que Ápio era ainda vice-presidente de Câmara: na sequência de uma denúncia de um munícipe, a Polícia Judiciária iniciou as investigações que incidiram sobre o presidente e o encarregado, juntamente com outros três funcionários e uma empresa do ramo da construção civil. Mas a 2 de Agosto do ano passado só seria deduzida acusação contra os primeiros, enquanto os outros quatro processos eram arquivados.
Ápio Assunção estava acusado de três crimes de falsificação de documentos, um de peculato de uso e outro de abuso de poder e José Leite de ser co-autor de um crime de falsificação de documentos e de um de abuso de poder.
Crime está ligado com contratação de cisterna
Os dois pediram a abertura da instrução – procedimento que culminou, agora, com a pronúncia dos arguidos por um único crime apenas, o de abuso de poder, relacionado com a contratação, pela Câmara, do fornecimento do serviço de um camião cisterna e respectivo motorista a uma empresa de construção civil.
Pelo caminho ficaram os crimes de falsificação de documentos – que estavam ligados com o alegado desvio de materiais dos Estaleiros da Câmara – e o de peculato de uso – que tinha em causa as viagens que a filha do presidente supostamente fazia, duas vezes por semana, para a Universidade de Viseu, com carro e motorista da Autarquia.
No primeiro caso, o Tribunal deu como demonstrado que os arguidos sabiam que o local indicado nas guias como sendo o local de descarga dos materiais não correspondia àquele para onde os materiais se destinavam, resultando ainda, além deste conhecimento, "o próprio papel activo dos arguidos no destino a dar a esse material". Mas não os pronunciou pelo crime devido a não ter ficado demonstrado que tivessem agido em benefício próprio ou de outrem e nem em prejuízo do Estado ou de terceiros.
O caso da cisterna
Os factos que trazem Assunção e Leite acusados de abuso de poder – na forma consumada – remontam também a 2001: o fornecimento do serviço de um camião cisterna, com motorista, foi adjudicado a uma empresa privada – a mesma que esteve implicada na história dos desvios de materiais dos Estaleiros.
Acontece que o motorista faleceu, e não tendo a empresa um outro colaborador devidamente habilitado à condução daquele veículo que o substituísse, o serviço passou a ser assegurado, entre Novembro de 2001 e Julho de 2002, por um outro condutor, mas da Autarquia.
O problema é que a Câmara, embora tivesse ‘emprestado’ o motorista, terá continuado a pagar à empresa o valor inicialmente contratualizado, que abarcava a viatura e o homem, a 42,5 euros à hora acrescidos de IVA. Em simultâneo, pagou, alegadamente, ao funcionário os salários e as retribuições correspondentes ao seu contrato de trabalhador camarário.
"Agiram em prejuízo do erário público"
Ou seja, a Autarquia é como que acusada de ter pago pelo motorista duas vezes: uma à tal empresa de construção civil (num total de quase 25 mil euros, correspondentes a um total de 580 horas) e outra ao próprio trabalhador, apesar daquele ter exercido funções "em proveito exclusivo" da empresa no período em referência.
Os arguidos "agiram em prejuízo do erário autárquico e público" e "com benefício da empresa", "fruto da relação de amizade" entre os arguidos e o representante legal da empresa, retira-se da decisão instrutória, a que ‘A Voz de Azeméis’ teve acesso.
O documento vinca que a empresa deveria ter sido excluída do concurso de fornecimento por ter deixado de ter, ao seu serviço, um motorista apto para a condução da cisterna. Também considera que este procedimento é "ilegítimo pois constitui violação grave dos deveres do cargo que lhe incumbia [a Ápio Assunção]".
O nosso jornal tentou contactar Ápio Assunção que, no entanto, se escusou a pronunciar-se sobre esta matéria.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Novas Urgências em funcionamento
domingo, janeiro 27, 2008
'Pechão': o último acto
Mais uma página virada na história contemporânea de Oliveira de Azeméis.
O ‘Pechão’ (ou deverei escrever ‘Pexão’?) foi, porventura, o restaurante mais pluralista ou interclassista que existiu em terras oliveirenses durante o século XX.
Ali afagavam estômagos: operários e estudantes, funcionários públicos e advogados, professores e comerciantes.
Mobiliário singelo, amesendação minimalista. Serviço familiar.
A vitela no forno de lenha era a ‘jóia da coroa’, assada em forno a lenha.
A proximidade do Colégio, conjugada com a relativa acessibilidade do preço das diárias, levou a que muitas gerações de estudantes fizessem do ‘Pechão’ a sua cantina. Ali voltavam para matar a saudade mesmo após as idas para outras paragens , para outras aragens. Uma parte da sua memória estava inscrita nos toscos bancos e meras cadeiras do ‘Pechão’. E ali voltar, saborear um assado ou uma cabidela, era viver de novo. Ainda que por instantes.
Local para um novo Hospital
Fernando Pinho Teixeira em destaque
O presidente do Conselho de Administração do Grupo Ferpinta, Fernando Pinho Teixeira, vai ser condecorado com a medalha de ouro da Associação Industrial Portuguesa (AIP), como sinal de reconhecimento pela figura do empresário de Oliveira de Azeméis e pelo seu trabalho em prol do associativismo. sexta-feira, janeiro 25, 2008
Campo de Golfe? Pode ser em Loureiro.
“O turismo é uma das potencialidades do nosso país, e, naturalmente, no nosso concelho. É necessário lutarmos por um desenvolvimento harmonioso e integrado”, diz. Oliveira de Azeméis foi durante muito tempo o único concelho na região a ter um hotel de quatro estrelas. O comentador político da Azeméis considera que “é preciso continuar a andar mais depressa do que os outros e, desta forma, era importante incentivar os investidores privados no sentido de criar um campo de golfe”. E justifica: “Esta é uma âncora do turismo e não pode ser considerado um desporto de elite. Há sempre uma associação directa e permanente e o turismo. O nosso país tem um clima ameno, o que proporciona que se jogue golfe todo o ano. É urgente procurar manchas no nosso concelho para construir um campo de golfe para não perdermos oportunidades”.
Campo de Golfe? Pode ser perto da A1, da A29, da Linha de Comboio, num lugar calmo mas perto de tudo, com o rio Gonde a passar pelo meio. Realmente uma infra-estrutura destas não ficava mal a Loureiro e, no local aqui documentado pelas fotos, ficaria melhor do que uma estrada e meia dúzia de prédios. O futuro é mais perto que o que parece…
terça-feira, janeiro 22, 2008
Será verdade?
O Sindicato do Calçado de Aveiro e Coimbra denunciou esta segunda-feira que cinco trabalhadores da empresa «Janardo & Pereira», de Oliveira de Azeméis, estão a ser «tratados desumanamente» por se recusarem a rescindir os respectivos contratos por mútuo acordo.
A coordenadora do sindicato, Fernanda Moreira, afirmou que os operários «foram postos de castigo na fábrica, sem trabalho, sem água, sem luz, sem poderem falar e vigiados por um outro funcionário, como se de criminosos se tratassem». Esta situação, alegadamente motivada pelo facto de os cinco trabalhadores «não aceitarem a proposta de rescisão por mútuo acordo, a custo zero», levou o sindicato a apresentar, na sexta-feira, uma queixa na Inspecção-Geral do Trabalho.
O pior cego é o que não quer ver
Uma turma do 12º ano de uma Escola da nosso concelho, decidiu criar um blogue onde abordam diversas questões sobre o mesmo pelo que sugere-se uma vista de olhos a uma visão mais jovem e irreverente da nossa cidade. segunda-feira, janeiro 21, 2008
Largo Público
Espaço para comentários livres. Aceitam-se lamentações, criticas, aplausos, sugestões, informações, poemas, indicações de largos para serem aqui publicados em imagens…
domingo, janeiro 20, 2008
UDO - Derrota na Taça de Portugal com sabor amargo
sábado, janeiro 19, 2008
Conformismo ou conservadorismo?
Não creio que a maioria pense perder o emprego com a mudança, tão pouco, que o alcatrão deixe de chegar à congosta lá do sítio. Não creio que essa maioria que tem mantido estes políticos de bairro, suspeite que “os outros” vendam os edifícios ou terrenos públicos a preços de saldo e que expropriem os terrenos onde se cultiva o milho ou onde crescem os eucaliptos.
Então se não é o medo do abismo, se não é por fractura ideológica, o que é que tem levado a que o “muro de Oliveira de Azeméis” ainda não tenha caído.
Conservadorismo puro e duro não é. Se o fosse, seria sempre o PSD a ganhar aqui em todas as eleições. Falta de qualidades da oposição também não. Ninguém pode sustentar que em mais de trinta anos a oposição tenha apresentado sempre listas sofríveis e o PSD sempre excelentes. Essa não cola.
Sobra o conformismo, a relutância à mudança, ao que está depois da curva e não se conhece. Sobra a falta de habilidade social das oposições em não terem dado muita importância ao aspecto da proximidade social e à persistência política contínua. Nos últimos anos, porém, o partido socialista tem invertido a tendência que se verificava e tem, sem dúvida, realizado um trabalho visível, sério e construtivo. Dará frutos, obviamente.
Sobram ainda os velhos ditados, que por cá até dão jeito: “atrás de mim virá, quem bom de mim fará” ou o outro, “muda-se de moleiro, mas não se muda de ladrão”.
As pessoas ao dizerem isto, e dizem-no, admitem que as coisa não estão bem, que não estão bem servidas politicamente. Admitem que se habituaram a viver assim. E como o descrédito é tanto, retira-lhes força para acreditarem que existem pessoas com outra dinâmica, mais frescas e melhor preparadas, com força e ânimo para contribuírem para o bem do concelho. Medem tudo pela mesma medida.
As pessoas estão anestesiadas com tantas trapalhadas, com tantas promessas adiadas. Até julgam que daqui para a frente só se vai piorar, e pior por pior, há que manter o que cá temos e que conhecemos. Ou alguém conhece por nós.
É que às vezes, como é tão mau este sistema que nos tem governado, que até dá para muitos se servirem dele, mesmo que isso até nem seja muito correcto. Não faz mal, é só para desenrascar desta vez o habilidoso, ou o seu filho, ou o seu vizinho. Quem vier depois que feche a porta.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Indicadores Estatísticos
quarta-feira, janeiro 16, 2008
terça-feira, janeiro 15, 2008
Câmara Municipal vende terrenos em saldo!
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Oliveirense Invicta
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Auto Estrada Oliveira de Azeméis - Porto

terça-feira, janeiro 08, 2008
Correio ao Director: "O meu desabafo"
Comentário aguarda aprovação.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Mas onde é que é a Padaria do Freixo?

Ver notícia completa reproduzida no loureiron-line
domingo, janeiro 06, 2008
Notas Soltas
Ainda não tive oportunidade de visitar este importante equipamento. Espero fazê-lo na primeira oportunidade. Todavia, não posso deixar de registar pela positiva a sua disponibilização aos oliveirenses. O desdobrável colocado nas caixas de correio, propaganda aparte, é apelativo.
Novas Placas Toponímicas
As ruas, praças e becos passaram a ter afixadas novas placas toponímicas, azul bem visível. Só não percebi porque razão uns nomes são legendados e outros não. Políticos e beneméritos são, parece-me, a larga maioria dos patronos dos arruamentos oliveirenses
Buracos
É uma sina. Esventram-se ruas por mor de trabalhos certamente necessários. Mas a sua conveniente reposição tarda. Veja-se a ‘cratera’ junto à Escola Feira dos Onze
Montras em execução
Numa grande parte das montras de lojas comerciais da cidade podem ver-se dísticos com a expressão ‘montra em execução’.
Não percebo. Santa ignorância a minha.
Por razões profissionais, passo em muitas cidades e vilas do norte de Portugal e não encontro tal mensagem noutras paragens.
Alguém se enganou...
sábado, janeiro 05, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Caracas fecha Natal com muitos lugares vazios
Uma divulgação ineficiente, sobretudo junto dos principais destinatários – as crianças, poderá ter estado na origem da pouca afluência registada por este espectáculo que fechou o ciclo de concertos de Natal.
A moda das Piscinas
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Quinta da Cachana
Como este acordo não foi cumprido, em 27 de Junho de 2007 a Câmara Municipal solicitou à Assembleia Municipal autorização para expropriar o terreno em causa, argumentando, nessa altura, que apenas 2700 metros quadrados que estavam avaliados em apenas 200 mil euros.
Aos proprietários compete, legitimamente, negociar os seus interesses, algo que efectivamente conseguiram com o concordância do Município que assim vai gastar 1,3 mihões de euros por terrenos que não necessita.
Largo Público
Em vez de praça da cidade, resolvi trocar o título deste espaço dos leitores por largo público. É que cidade no nosso concelho só há uma e como largos existem em todas as freguesias, não fazia sentido estar só a apresentar neste espaço imagens de uma ou duas praças existentes na cidade.
Com o contributo de todos, podemos ir indo passando aqui fotos de outros espaços públicos existentes em todas as freguesias do concelho. A definição praça da cidade é muito restrita, enquanto que largo público é mais abrangente.
Continua obviamente a ser um espaço para comentários livres, aceitando-se lamentações, criticas, aplausos, sugestões, informações, poemas, indicações de largos para serem aqui publicados em imagens…






