sábado, setembro 27, 2008

IC2 entre O. Azeméis e Coimbra

Depois de algumas insinuações sobre este projecto, em que alguns aqui diziam que o mesmo estava aprovado sem discussão pública, sem se conhecer o projecto em causa, com total desrespeito pelas populações e pelo poder local, eis que o mesmo está, desde ontem, em processo de discussão pública, que decorrerá até dia 10/11/2008.

Os interessados podem consultar o processo na Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, sendo que existe um Resumo Não Técnico que ao que tudo indica estará disponível para consulta nas Juntas de Freguesia abrangidas pelo traçado.

Podem ainda consultar o sítio da Agência Portuguesa do Ambiente, onde a informação é disponibilizada.

4 comentários:

  1. É impressão minha ou os Oliveirenses não estão a dar interesse a esta obra?
    Será que têm consciência da grandeza da obra e nos que vai afectar para o bem e para o mal?

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  2. Realmente não se percebe o silencio de todos sobre esta obra.
    A meu ver há um silêncio preocupante, ninguém fala publicamente no nosso concelho sobre esta auto-estrada.
    A Câmara Municipal não está a fazer o que devia, dar a conhecer o estudo e manifestar a sua opinião.
    As juntas de Freguesias afectadas continuam num silêncio desconcertante.
    OS meios de comunicação locais não publicam uma linha sobre este assunto, será que não era interessante publicarem os traçados, e um resumo do estudo de impacto ambiental para que a população fica-se a conhecer? Provavelmente até aumentavam a tiragem... mas isto sou eu a pensar alto.
    No concelho de Albergaria a Velha já há discussão pública sobre este assunto. Só para terem uma noção da diferença de um concelho para o outro, até há editais fixados pela Camara de Albergaria em praticamente todos os minimercados, cafés e tascas do concelho a pedirem á população para se informar e manifestar sobre o assunto.
    No nosso concelho até parece que não interessa que se saiba.

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  3. Esta auto-estrada é uma aberração e será catastrofica em termos de ambiente, paisagem, imapcto nas populações, degradação urbanistica, para os dinheiros publicos, etc, etc.

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